"É MUITO DIFÍCIL QUE NÃO SENDO HONRADOS OS PRINCIPAIS CIDADÃOS DE UM ESTADO, OS OUTROS QUEIRAM SER HOMENS DE BEM; QUE AQUELES ENGANEM E ESTES SE CONFORMEM COM SER ENGANADOS." MONTESQUIEU, De l'Esprit des Lois,I:III,5
domingo, 31 de outubro de 2010
Vai Buscar Estes Milhões...
quarta-feira, 26 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Cadeados Para Ir ao Covil dos Ladrões
segunda-feira, 29 de março de 2010
Será que não podem...?
terça-feira, 9 de junho de 2009
Adjudicações de última hora...
Pessoalmente, estar-me-ia nas tintas para a forma de servir o cherne… Montado na sua pretensa imponência em filetes, comem-no na mesma e só uma mentalidade tacanhamente provinciana irradiada das berças das terras allgarvias pode ligar ao pormenor de somenos que é a forma como se deglute um cherne. Sabemos que há estranhas receitas allgarvias, porém, se houvesse bom senso, antes que se tenha que vir a indemnizar este mundo e o outro, era preferível e mais barato por já fim a este consulado de podridão. Os estragos já são suficientes e a fúria de mau perder que caracteriza estes democratas faz lembrar o galope desenfreado de um cavalo com o freio nos dentes…
Bem sabemos que no Allgarve há sobretudo burros, que como usam arreata não têm esse problema, porém bestas são bestas e têm que ser travadas, antes que destruam tudo na sua cavalgada cega e furiosa…
domingo, 19 de abril de 2009
O que será um APARELHISTA?
Sócrates sublinha que PS não quis um "aparelhista" como candidato às europeias. Ainda mais curioso, traça o retrato de si próprio… Quer dizer, para primeiro-ministro serve um homem sem cultura, sem ideias, sem quaisquer provas dadas, as obras que assinou são um bom exemplo e, sobretudo, com um curriculum académico capaz de fazer corar uma estátua…
Será que foi isto que eu percebi ou o homem não sabe o que diz?
quinta-feira, 5 de março de 2009
Acabou-se...

Aparece para aí um gágá a dizer que se deveria congelar os salários acima do ordenado mínimo e descer os outros para se poder pagar aos desempregados e sobreviver à crise. Bem certo tenho que é fácil falar sem ser contraditado, no entanto, o que deveria ser imediatamente perguntado a tão incrível personagem era a quanto ascendem, por mês, as suas reformas e, para além delas, o remanescente dos seus rendimentos… Disso não fala, sobre isso não utiliza a sua baba para lubrificar a língua miserável. Mas era por aí que deveria ter começado… Eu, e a maior parte dos crápulas meus amigalhaços, ganhamos de mais, pelo que nos deviam cortar estas escandalosas receitas, mas não, o que é importante é cortar em quem ganha normalmente, com o motivo simples de que os ricos são poucos. Ora, mesmo poucos, se enriquecidos e enriquecendo à custa dos que ganham pouco ou normalmente, dever-se-lhes-ia secar a teta. Meus caros, na verdadeira acepção da palavra, acabou-se a mama.
Não sei se por telepatia, arrastamento ou pura estupidez logo se segue o baboso pastel de Belém a cuspir a custo, com a dificuldade com que cospe seja o que for, algo parecido, obviamente também se esquecendo de falar no seu caso pontual e fazer um acto de contrição e procurar dar o exemplo… Crápulas destes não são necessários, que o santíssimo tenha piedade de nós e os leve rapidamente para a sua companhia…
No mesmo dia ficamos a saber que os nossos deputados europeus vão ver duplicados os seus salários, nos quais, tantos são os dinheiros por fora, nem devem ter que lhes mexer e vêm-nos falar de crise? Irra! É preciso ter lata…
Finalmente, vem o intrujão diplomado, e universalmente reconhecido, aquele em que nada é claro e transparente, onde em tudo o que se mexe cheira mal, falar no que vai ser daqui a cinco anos, a dez anos ou no ano que vem… Quem pensa este labrego ignóbil que é? Julgará este vendedor de banha da cobra, este aldrabão de feira, que o seu Reich irá durar mil anos como o outro do bigode à Charlot? Que o nosso rectângulo é a versão europeia da Coreia do Norte?
A teta secou, sugaram tudo, podem espremer que não há mais para sair. Como nos pensam tirar o que já não temos? Vão procurar onde ainda possa haver...
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
AGORA, SÓ RESTA ISTO...

Nós que andamos para aqui a engolir estas coisas todas há muito tempo, isto, aquilo e aqueloutro… Começa a ser tempo de fazermos os suspeitos ingleses, e a canalha que lhe está associada, começarem a engolir até rebentarem. Para esse tipo de criaturas, cuja ganância e falta de escrúpulos não conhece limites, só há uma solução, entupi-los de vez até ao gasganete estar cheio. Engasgá-los com a sua verborreia, com as suas mentiras, com os seus crimes, fazendo-os expiar no triplo o que nos fizeram engolir.
Para bocas insaciáveis o único remédio é o afogamento pelas leis da sua própria avidez, devemos dar-lhes muito, devemos dar-lhes tanto que não possam nem respirar, para que assim se afoguem nas misérias que vomitam, que sufoquem nos miseráveis vómitos com que nos atormentaram e com que gozaram as nossas caras… Encharquemo-los, façamo-los falar para si próprios e entrar em circuito fechado, mas nas penitenciárias, cujas péssimas condições mantiveram, que são o seu lugar legítimo e natural, do poleiro para a pocilga, mas de uma forma tão liminar que não possam voltar passado uns anos a assobiar para o alto e a olharem para o lado, com o sorriso pérfido e trocista, como vem fazendo o pedófilo que para aí anda…
domingo, 7 de dezembro de 2008
Albino Pinto Almeida, Dr.

Sexta-feira, 5 de Dezembro
OS ÓRFÃOS DA CONFAP
Na crónica de há quinze dias, um texto que questionava a relevância da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) no "debate" sobre a educação enervou o respectivo presidente. Ontem, o DN publicou ao abrigo do direito de resposta uma carta do dito Albino Pinto Almeida, Dr. (é assim que, na carta, o senhor se intitula), pretensamente a desmentir-me. Pretensamente, insisto. Na prática, Albino Pinto Almeida, Dr. não contraria uma sílaba do que escrevi, limitando-se a cobrir de predicados a "voluntária" e "abnegada" instituição e de insultos o meu "infame" e "ultrajante" artigo. Deixo alguns exemplos.
1) Escrevi, porque se infere das suas posições públicas, que a Confap "costuma opor-se à avaliação e à reprovação das criancinhas". A reacção de Albino Pinto Almeida, Dr. não passa por fazer prova do inverso, mas por sublinhar o "tom pejorativo" que utilizei.
2) Escrevi que a Confap ameaçou processar os blogues que divulgaram o financiamento que lhe é atribuído pelo ministério da Educação. Albino Pinto Almeida, Dr., que não nega a intenção de processo e confirma o financiamento, descobre no meu "tom ofensivo" uma insinuação de ilegalidade que nunca me ocorreu e, imparável, segue por aí fora, entre considerações inflamadas acerca da "negligência" do "rigor jornalístico". Acontece que não me custa imaginar a licitude dos subsídios. Já Albino Pinto Almeida, Dr. revela óbvias dificuldades em imaginar o impacto de subsídios lícitos na isenção da organização a que preside.
3) Escrevi que a Confap se esforça "por manter as criancinhas presas em 'actividades extracurriculares'" e citei o seu próprio presidente, segundo o qual as crianças "são biologicamente nossas, mas socialmente de toda a comunidade". Albino Pinto Almeida, Dr. não comenta.
4) No fundo, Albino Pinto Almeida, Dr. esclarece somente a questão do crédito que a Confap merece. Na sua orgulhosa estimativa, aquela entidade representa "19.635 pais". Não duvido da estimativa nem tenho espaço para discutir a equívoca relação dos pais com a escola. Digo apenas que haverá cerca de um milhão e meio de alunos inscritos no ensino não superior, pelos vistos quase todos órfãos.
Alberto Gonçalves texto retirado daqui.
Pequeno comentário:
Apenas consegui ter acesso a esta peça, pelo que desconheço o resto e o contexto das declarações de um dos indivíduos que mais abomino. Porém chega-me a pequena citação que aqui se faz do inenarrável Albino Pinto Almeida, Dr (o que será isto???); faz-me lembrar aquele episódio do Vasco Santana com as tias e o empregado do jardim zoológico, em que o primeiro repetia constantemente para o último: chame-me Doutor, homem; chame-me Doutor; isso, mais alto… e por aí adiante. Bem, mas regressando à citação do Albino Pinto Almeida, Dr. ‘segundo o qual as crianças "são biologicamente nossas, mas socialmente de toda a comunidade."’
Tenho a dizer: este homem é um perfeito idiota e mentalmente perigoso; fala das crianças como propriedade sua, mas, obviamente, sem o conseguir especificar… as crianças são biologicamente nossas… o que quererá isto dizer? Da Confap, seja lá o que isso for, dele e na mulher, enfim é para mim um mistério insondável, que foi pena aquele precioso intelecto não ter tido o cuidado de explicar melhor. Contudo, entendo que dentro de qualquer ponto de vista, incluindo o biológico, as crianças, como qualquer homem, são seres únicos, inconfundíveis e irrepetíveis e, mesmo no caso dos gémeos monozigóticos, que não sei se é o caso das suas famosas gémeas, a diferença que vai entre o genótipo e o fenótipo é de todos tão conhecida que, talvez à excepção dessa luminária, não vale a pena realçar mais. Mesmo por aí, o burro não chega à alface.
Quanto à ideia de que as crianças são socialmente de toda a comunidade, ele que fale por ele e pelas filhas dele. O homem deve julgar que viva na república de Platão, na China ou no raio que o parta. Os meus filhos são únicos, são deles próprios e quero que assim continuem até ao fim das suas vidas e mais, sou capaz de lutar até à morte contra quem os queira tornar como socialmente seus… Esse amiguinho, pois, que se cuide, Dr. ou não quero que ele meta as suas ideias totalitárias e idiotas onde muito bem entender, espero é nunca ter de voltar a ler barbaridades deste calibre por sujeitos que, ao que julgo saber, são financiados pelo estado. Com esses financiamentos, que compre uma Constituição da República Portuguesa e que leia, já que é Dr., a Declaração Universal dos Direitos da Criança.
Se não for capaz de o fazer, que se cale para o resto da vida e desapareça, que é um favor que nos faz a todos…
sábado, 22 de novembro de 2008
Vozes...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O inenarrável Albino Almeida não sabe ler…

Lei n.º 3/2008
de 18 de Janeiro
Primeira alteração à Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro,
que aprova o Estatuto do Aluno
dos Ensinos Básico e Secundário
A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:
Artigo 18.º
Faltas
1 — A falta é a ausência do aluno a uma aula ou a outra actividade de frequência obrigatória, ou facultativa caso tenha havido lugar a inscrição.
2 — Decorrendo as aulas em tempos consecutivos, há tantas faltas quantos os tempos de ausência do aluno.
3 — As faltas são registadas pelo professor ou pelo director de turma em suportes administrativos adequados.
Artigo 22.º
Efeitos das faltas
1 — Verificada a existência de faltas dos alunos, a escola pode promover a aplicação da medida ou medidas correctivas previstas no artigo 26.º que se mostrem adequadas, considerando igualmente o que estiver contemplado no regulamento interno.
2 — Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente a três semanas no 1.º ciclo do ensino básico, ou ao triplo de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos 2.º e 3.º ciclos no ensino básico, no ensino secundário e no ensino recorrente, ou, tratando -se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas no 1.º ciclo do ensino básico ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de ensino, deve realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no número anterior, uma prova de recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao conselho pedagógico fixar os termos dessa realização.
3 — Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:
a) O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova;
b) A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;
c) A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve aprovação na referida prova.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Se houvesse dúvidas…

Espero que as outras abastecedoras lhe sigam o exemplo, para não me ter que ver obrigado a ir à Galp… a mãe de todas as sanguessugas da mangueira…
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Para que Lisboa não se torne num estaleiro de contentores...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Estragam-nos com mimos... (2)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Estragam-nos com mimos...

Pode continuar com as cenas dos capítulos anteriores aqui
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Tentem ser inteligentes...

Mercado de Londres
Preço do petróleo em quedaO preço do barril de Brent, o petróleo do Mar do Norte que serve de referência para Portugal, para entrega em Dezembro, mantém esta quarta-feira a tendência de queda.
Na abertura do mercado de futuros de Londres, o preço do barril de Brent recuava 2,93 dólares face ao valor com que encerrou terça-feira, cotado a 66,79 dólares.
sábado, 11 de outubro de 2008
SERÁ QUE HOJE FOI DIFERENTE?

sexta-feira, 10 de outubro de 2008
É triste, mas deve ser verdade...

"No domingo passado, lembrei-me de pessoas que nem teriam que comer nessa noite, mas que, pela vitória do clube que representa esta cidade, estariam mais felizes do que algumas que têm muito".
Pinto da Costa (sobre vitória do FC Porto sobre o Sporting), "Record", 10-10-2008





