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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O problema é a cobardia...



Dão-se alvíssaras a quem encontrar alguma classe satisfeita com o governo, a não ser, obviamente os políticos, banqueiros e os belmiros… Os militares são apenas mais uma, a saúde não conta, a educação não conta, a justiça não conta, a segurança pública não conta, a justiça social não conta, a pobreza galopante dos portugueses não conta e os militares também não… Que receita dão ao Estado? Nenhuma, então é para arrasar… Mas, contrariamente às outras classes, excepção feita à polícia, têm a faca e queijo na mão. Se não lhes dão o que consideram ser seu direito vão buscá-lo, os portugueses agradeceriam que, mais uma vez, voltassem a servir o país em alguma coisa…
Se persistirem em ouvir o paleio dos reformados e o canto das sereias dos políticos então terão o que merecem, já que quem pode impor não deve pedir e os militares, como estudiosos que deviam ser destas matérias, deviam sabê-lo melhor do que eu e agir em conformidade. Se forem cobardes não merecem ser militares e tudo o que lhes façam é pouco.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Já não metem medo...



Associações de Oficiais das Forças Armadas e de Sargentos subscrevem alerta de Loureiro dos Santos.

Esclareçamos algumas coisas… os militares foram determinantes na passagem para a democracia, mas já não são. Logo, tornaram-se descartáveis e, como os professores, funcionários da saúde, e todos os servidores do estado que não geram receita, tornaram-se, também eles um alvo a abater. É triste mas é verdade… Mas mais, como todos os outros, sobretudo os professores, deixaram as coisas irem longe demais e agora não à volta a dar-lhe…
Para além do exposto, os militares, hoje, não são o que eram há trinta e tal anos atrás, homens vividos na guerra e, por isso, habituados a ela e determinados no que faziam. Para mais contavam e contaram com a população que estava à sua espera, os tempos eram outros… Se fosse hoje, à hora do jogo as pessoas desmobilizavam, não das ruas, mas dos cafés, que seria o máximo a que se deslocariam e esperavam que a polícia interviesse e mandasse a meia dúzia de oficiais e sargentos que os afrontassem… Praças não haveria e, se os houvesse, não saberiam o que fazer pois, na sua esmagadora maioria não sabe utilizar armas nem está para se maçar.
O velho general manda uma mensagem corporativa mas seca, já não colhe, já não assusta ninguém, deixaram-se pisar tempo de mais. Agora, como os outros funcionários de que falei, pouco mais são do que tapetes…