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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

PORQUE TANTA VILANIA NÃO PODIA FICAR IMPUNE!


As escolas e os professores estão a mostrar claramente ao país que, e respectivamente, apesar de não estarem bem decoradas nem vestirem Armani, resistem ao ataque político como resistiram até hoje a todas as intempéries, pragas, parasitas e outras porcarias que as têm assolado. Hoje é o dia de amanhã, os professores mostram nas escolas o porquê de não estarem no parlamento, hoje começo a sentir-me orgulhoso de ser Professor... Dia 19 ainda me sentirei mais e tudo indica que a espiral continue, até os falsos credenciados por fax serem devolvidos à sargeta a que pertencem. Hoje o dia sorriu-me e não foi com salto à vara, foi, e tão só, por sentir que o respeito ainda pode ser possível para a classe mais produtiva e eficiente do país.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Será este o nosso fado?


Confesso que a minha estupefacção ao ouvir um tal Manuel Valente, Presidente da Federação das Associações de Pais do Porto, é mais do que as minhas pobres palavras conseguem exprimir… Contudo, das declarações que ouvi emanadas de tão insólito personagem, creio dever salientar algumas ideias.
A primeira é que se tratou de um caso encomendado, pois não saberá o Manuel que casos graves de indisciplina, muitos bem piores do que esta parvoíce, são o quotidiano das nossas escolas? Está muito mal informado, não é preciso encomendar situações destas, elas são naturalmente abundantes.
A segunda é que se tratavam, veja-se o português: “os alunos, numa situação destas, são alunos de qualidade,” eu sugeria, no mínimo, o adjectivo duvidosa… mas, ok, que sejam repreendidos e que prometam não voltar a usar armas falsas.
A última e a minha preferida, é que os telemóveis deveriam ser proibidos no espaço de aulas. Ora, como o Manuel também é Valente, eu sugeria que ele fosse às escolas tirá-los aos alunos… Gostava de ver como é que ele o faria… colocava-se à porta da escola e, depois de revistar os alunos, ia atirando os aparelhitos para um bidão que no final seria enviado para a reciclagem? Ia de sala em sala? Não sei, mas gostaria de saber quais são as suas propostas para resolver este assunto. E, já agora, como tencionaria ele sobreviver aos alunos e aos seus paizinhos, já que deve ser especialista em psicologia de pais… Não sei, mas gostava…

Será que estamos condenados a que as associações de pais se resumam a Albinos Almeidas e Manueis Valentes? Parece-me que o AA tem aqui um sério rival...


Tudo pode ser conferido e escutado aqui...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Bom Sinal...

Quase 75 por cento dos professores mudavam de profissão se tivessem alternativa e 81 por cento admitem que, se pudessem, pediam a aposentação, mesmo com penalizações, segundo um inquérito a mais de mil docentes que será apresentado hoje.

domingo, 14 de dezembro de 2008

O homem que nos continua a confundir com a sua família...



Quer-me parecer que este conspurcador de papel, aparentemente, especialista em pastorícia e, sabemos agora, artes circenses, continua a confundir os professores com a sua família… Não senhor Rangel, não somos da sua família, nem por uma, nem por outra razão. Como tal, deve guardar esses adjectivos para os seus e começar por si próprio, quem pertence a um rebanho não somos nós, é você e quem deveria andar num circo a fazer acrobacias em troca de amendoins era a sua pobre figura. Quando pede aos professores que se cuidem, parece esquecer que devemos olhar primeiro para nós do que para os outros, olhe-se ao espelho e cuide primeiro de si, quem sabe as suas raízes não lhe estão a pedir alguma coisa mais co-natural do que andar a sujar papel com as mãos… Não lhe digo para pensar nisso, nunca devemos pedir o impossível…

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Que negociações?


Ministério e sindicatos retomam hoje negociações (?) sobre avaliação.

Infelizmente, as expectativas não são grandes e o mais certo é já ir tudo aprovado num tupperware, para aquecer um pouco no micro-ondas e servir. Não creio terem sido inocentes as intervenções esta semana do inginheiro e do gágá, como dizia já não sei quem, foi rapar até ao fundo do tacho para ver se por lá ainda havia alguma coisa. São indícios pouco animadores e que se estendem transversalmente a toda a sociedade portuguesa... parece que o inginheiro & Cia estão a querer forçar o país a uma tragédia grega... Se não é parece e o que parece, muitas vezes, é. Até ver...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Ou sim ou sopas...

A precipitação é má conselheira, a plataforma sindical de professores meteu o carro à frente dos bois e parece que suspendeu as greves regionais. Continuo a pensar duas coisas que me parecem inevitáveis: a primeira que com este ministério não é possível nem desejável discutir e a segunda que os professores têm que partir para formas de luta mais drásticas e radicais. A primeira impõe a demissão dos órgãos da tutela e a segunda, para forçar a primeira, o decretar uma greve de zelo até se verificar esse pressuposto essencial. Chega de brincadeiras e de deixar três ou quatro personagens sem um pingo de vergonha nem um mínimo de credibilidade gozarem com 140 ou 150 mil professores.
A reunião de dia 15 foi apenas mais uma manobra enganosa para ganhar tempo precioso até ao Natal. Dia 15 é, hoje, longe de mais...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

domingo, 23 de novembro de 2008

CALMA AÍ !!!



Temo, quase tanto, as ideias dos sindicatos como as desta ministra… Será que ainda não conseguiram perceber que a avaliação não é uma questão isolada? Este modelo de avaliação integra-se no novo Estatuto da Carreira Docente e é aí que começam os problemas… A ele seguem-se as outras idiotices legislativas, os novos Estatuto do Aluno, Modelo de Gestão Escolar e Modelo de Concurso de Professores. Não se podem isolar as partes do todo, se há partes do ECD que estão profundamente erradas a questão deste modelo avaliação não é sequer a mais grave, esta, por absolutamente impraticável, estava à partida condenada ao fracasso, aliás, penso que as outras lhe seguirão pelo mesmo motivo. A não ser que a política de destruição da educação em Portugal seja para continuar… Bom nesse caso, deixem voltar os reitores, motivem os professores esmagando-os, imbecilizem de vez os alunos e deixem andar esta merda…

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O inenarrável Albino Almeida não sabe ler…



Perante mais uma prova de iliteracia e incapacidade deste cavalheiro, quem sabe convencido de que é o defensor de uma qualquer sinistra dama, cá fica um resumo do texto da lei... Alguém um pouco mais dotado, que seja das suas relações, quem sabe alguma das gémeas, que lho explique...

Por mim creio que já pouco há a fazer pelo pobre homem... Quem sabe as Novas Oportunidades...



ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Lei n.º 3/2008
de 18 de Janeiro
Primeira alteração à Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro,
que aprova o Estatuto do Aluno
dos Ensinos Básico e Secundário
A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Artigo 18.º
Faltas
1 — A falta é a ausência do aluno a uma aula ou a outra actividade de frequência obrigatória, ou facultativa caso tenha havido lugar a inscrição.
2 — Decorrendo as aulas em tempos consecutivos, há tantas faltas quantos os tempos de ausência do aluno.
3 — As faltas são registadas pelo professor ou pelo director de turma em suportes administrativos adequados.
Artigo 22.º
Efeitos das faltas
1 — Verificada a existência de faltas dos alunos, a escola pode promover a aplicação da medida ou medidas correctivas previstas no artigo 26.º que se mostrem adequadas, considerando igualmente o que estiver contemplado no regulamento interno.
2 — Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente a três semanas no 1.º ciclo do ensino básico, ou ao triplo de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos 2.º e 3.º ciclos no ensino básico, no ensino secundário e no ensino recorrente, ou, tratando -se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas no 1.º ciclo do ensino básico ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de ensino, deve realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no número anterior, uma prova de recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao conselho pedagógico fixar os termos dessa realização.
3 — Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:
a) O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova;
b) A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;
c) A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve aprovação na referida prova.
Podem conhecê-lo melhor clicando no vosso lado direito...

O ovo é o novo voto do povo...


domingo, 16 de novembro de 2008

Um dos dois mentia: ou a lei ou Valter Lemos... Como vimos hoje não era a lei, logo era Valter Lemos...


Era uma vez um país onde o que hoje é amanhã já não é... Não sei quais as alterações introduzidas, já que ainda não tive acesso ao documento, porém, embora hoje pareça que já não é o que foi ontem, em algumas coisas, noutras ainda é e será... Valter Lemos mentiu, logo foi, é e será um mentiroso...
Pessoal, não adiantam argumentos... apenas os ovos têm valor. Vamos à despensa...

Faltas justificadas não podem ser sujeitas a «medidas sancionatórias»
Hoje às 21:56

O secretário de Estado da Educação esclareceu que as faltas justificadas não podem ser sujeiras a «medidas sancionatórias» no âmbito do Estatuto do Aluno. À TSF, Valter Lemos disse ainda que as provas de recuperação não poderão significar, em caso algum, a retenção do aluno que as faz.
O secretário de Estado da Educação assegurou que as faltas que os alunos derem e que forem justificadas não poderão ser sujeitas a «medidas correctivas ou sancionatórias» ou ser motivo para chumbos no âmbito do Estatuto do Aluno.
Em declarações à TSF, Valter Lemos explicou ainda que as provas de recuperação, que serão feitas por alunos que estejam ausentes das aulas por longos períodos, têm apenas como objectivo o apuramento das dificuldades dos estudantes.
Este governante adiantou que estas provas também não podem acarretar «nenhuma penalização para o aluno nem nenhuma exclusão e nenhuma retenção».
«Só pode resultar em medidas de apoio à recuperação do aluno nas aprendizagens que eventualmente tenha tido em acompanhar por razão da sua ausência», adiantou Valter Lemos.
O secretário de Estado esclareceu ainda que estas provas não podem ser semelhantes a exames e que têm de ser uma «prova simples, da exclusiva responsabilidade do professor e tem única e exclusivamente em vista diagnosticar a situação do aluno para que o professor possa estabelecer medidas de apoio e recuperação ao aluno».
Este esclarecimento, que foi enviado a todas as escolas, surge no dia em que Valter Lemos teve uma reunião com a Confederação das Associações de Pais, em que foram discutidas algumas questões relativamente ao Estatuto do Aluno.
O Ministério da Educação está já a recolher os regulamentos internos dos estabelecimentos de ensino para saber se as regras sobre as faltas estão a ser bem aplicadas.
Sobre a manifestação de sábado que foi organizada por dois movimentos independentes de professores, Valter Lemos disse à TSF não ter comentários a fazer, tendo esclarecido que apenas falava sobre o Estatuto do Aluno.


ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Lei n.º 3/2008
de 18 de Janeiro
Primeira alteração à Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro,
que aprova o Estatuto do Aluno
dos Ensinos Básico e Secundário
A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Artigo 18.º
Faltas
1 — A falta é a ausência do aluno a uma aula ou a outra actividade de frequência obrigatória, ou facultativa caso tenha havido lugar a inscrição.
2 — Decorrendo as aulas em tempos consecutivos, há tantas faltas quantos os tempos de ausência do aluno.
3 — As faltas são registadas pelo professor ou pelo director de turma em suportes administrativos adequados.
Artigo 22.º
Efeitos das faltas
1 — Verificada a existência de faltas dos alunos, a escola pode promover a aplicação da medida ou medidas correctivas previstas no artigo 26.º que se mostrem adequadas, considerando igualmente o que estiver contemplado no regulamento interno.
2 — Sempre que um aluno, independentemente da natureza das faltas, atinja um número total de faltas correspondente a três semanas no 1.º ciclo do ensino básico, ou ao triplo de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos 2.º e 3.º ciclos no ensino básico, no ensino secundário e no ensino recorrente, ou, tratando -se, exclusivamente, de faltas injustificadas, duas semanas no 1.º ciclo do ensino básico ou o dobro de tempos lectivos semanais, por disciplina, nos restantes ciclos e níveis de ensino, deve realizar, logo que avaliados os efeitos da aplicação das medidas correctivas referidas no número anterior, uma prova de recuperação, na disciplina ou disciplinas em que ultrapassou aquele limite, competindo ao conselho pedagógico fixar os termos dessa realização.
3 — Quando o aluno não obtém aprovação na prova referida no número anterior, o conselho de turma pondera a justificação ou injustificação das faltas dadas, o período lectivo e o momento em que a realização da prova ocorreu e, sendo o caso, os resultados obtidos nas restantes disciplinas, podendo determinar:
a) O cumprimento de um plano de acompanhamento especial e a consequente realização de uma nova prova;
b) A retenção do aluno inserido no âmbito da escolaridade obrigatória ou a frequentar o ensino básico, a qual consiste na sua manutenção, no ano lectivo seguinte, no mesmo ano de escolaridade que frequenta;
c) A exclusão do aluno que se encontre fora da escolaridade obrigatória, a qual consiste na impossibilidade de esse aluno frequentar, até ao final do ano lectivo em curso, a disciplina ou disciplinas em relação às quais não obteve aprovação na referida prova.
4 — Com a aprovação do aluno na prova prevista no n.º 2 ou naquela a que se refere a alínea a) do n.º 3, o mesmo retoma o seu percurso escolar normal, sem prejuízo do que vier a ser decidido pela escola, em termos estritamente administrativos, relativamente ao número de faltas consideradas injustificadas.
5 — A não comparência do aluno à realização da prova de recuperação prevista no n.º 2 ou àquela a que se refere a sua alínea a) do n.º 3, quando não justificada através da forma prevista do n.º 4 do artigo 19.º, determina a sua retenção ou exclusão, nos termos e para os efeitos constantes nas alíneas b) ou c) do n.º 3.

sábado, 15 de novembro de 2008

Apenas mais um protesto...



Professores regressam hoje às ruas de Lisboa contra políticas do Ministério.


Não devemos ver as coisas como querem que as vejamos, isto é, formatadas e deformadas por quem quer que elas surjam assim. De facto, a realidade deve ser interpretada livremente por cada um, procurando escapar à inevitável manipulação de que tanto se tem falado.
Hoje haverá mais uma manifestação de professores em Lisboa, é mais um episódio dessa novela triste que se vem arrastando desde o início de 2008 e que tem como pano de fundo a revolta de todos contra um modelo educativo, que só encontra adeptos nos yes mans do PS, pois nem nos outros personagens do partido consegue encontrar sequer simpatia. Após semanas bastante conturbadas, e é só contarem as mais de mil moções contra esta legislação redigidas, votadas e enviadas pelas escolas, seguiram-se os protestos dos alunos, que finalmente acordaram e que, com a sua irreverência, vieram trazer um novo e colorido ao protesto com as suas ovações…
São bem-vindos, afinal a educação tem neles a sua razão principal… Creio que não tardarão a seguirem-se os pais, obviamente sem me referir à ignóbil pandilha do Albino Almeida que parece entender que os alunos com mais de 16 anos que protestam nas escolas deveriam ser levados a tribunal… São opiniões.
A luta vai continuar, porque a causa é justa e do outro lado estão o silêncio, a força bruta e a negritude de quem pensa que pode quer e manda. Não é assim, nada se consegue contra a vontade de um povo que começou a despertar da letargia em que vivia…

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A VERDADE...



DREN diz haver manipulação de alunos por elementos estranhos às escolas.



Desde sempre houve manipulação, esta faz parte da vida social. Tentar fazer passar a ideia de que está a haver manipulação é, por isso, manifestamente indevido, desde logo porque essa acusação é, ela própria, manipulação pura e simples… Porém, as preciosas mentes que afirmam esta idiotia, julgam que alguém os acredita, fingindo desconhecerem ou desconhecendo mesmo, o que seria mais grave, que estão produzir o que afirmam os outros estarem a fazer. Não se iludam, a única diferença é que quem mais manipula a opinião pública é o governo, com todo o aparelho do estado e conivência dos media.
Acusam os professores de manipularem os alunos. Pois bem, parecem esquecer que os professores são pagos, exactamente, para fazerem isso, para manipularem os alunos, para lhe incutirem valores e conhecimentos, para os despertar para os ideais democráticos da participação na vida pública, pelo direito à revolta e à indignação… Repito, fazem muito bem, basta ler-lhes a Constituição da República e explicar-lhes o seu sentido, significado e importância
.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Ó pérola das pérolas...


"O presidente da Confederação de Pais diz estar preocupado, até porque há uma greve já agendada para Janeiro que vai coincidir com um dia de aulas."



O inqualificável Albino Almeida atingiu o seu apogeu... Pelo que ouvi, pretenderia que os professores, para além de já se manifestarem aos sábados, passassem a fazer greves ao domingo... Pergunto-me se a insanidade e estupidez terão limites no mundo... Pergunto-me que raio de país cria inteligências destas e como é possível educar filhos destes cérebros... Pergunto-me se não seria de convocar greves ao sábado e domingo em todas as escolas do país e até ao fim do ano... Mas, pergunto-me, sobretudo, se o entrevistador da TSF terá cérebro... Como é que não se lembrou de confrontar a luminária Albino Almeida sobre o que seriam as greves de professores ao fim-de-semana... Porque não propor greves da CP ou do Metro nos dias de folga? Olhe, desconte-me lá o dia de ontem que eu, embora tenha estado de folga, fiz greve... Irra! Que tanta estupidez até doi... Qual é o crivo editorial desta estação e que classificação é atribuída a um jornalista que não pergunta à sumidade das sumidades qual a sua opinião sobre para que serve uma greve de professores ao fim-de-semana...

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Agora a sério...



A ideia que os nossos governantes parecem querer passar é que os sindicatos de professores não merecem credibilidade por, alegadamente, não terem cumprido o acordado. Nem vou discutir isso. Não interessa. O que me parece importante é o ponto de partida que me parece correcto, quem não cumpre o que acorda, se compromete ou promete, não tem credibilidade. Estou totalmente de acordo, porém creio que, em termos de responsabilidades, estas vão aumentando na justa proporção em que se vai subindo na hierarquia social e aí, como não poderia deixar de ser, encontramos os nossos governantes e o primeiro-ministro no topo da pirâmide.
Sinceramente, qual é a credibilidade que julgam merecer? E qual a legitimidade com que ficam depois de responderem a essa pergunta?

Lixo tóxico...


Gás tóxico libertado na Escola Preparatória da Amadora afecta 19 alunos.



Mas a política educativa seguida por este governo está a afectar muitos mais e ninguém, a não ser os professores, esses chantagistas, se parece estar a preocupar com o assunto... E não se trata de gás, mas sim de verdadeiro lixo tóxico, que não desaparecerá tão facilmente e levará anos a descontaminar...

Apenas uma amostra...

Que não se pense que esta política educativa prejudica apenas os professores, lentamente as pessoas começão a compreender isso e as reacções não se hão-de fazer esperar. Isto é uma amostra...
Não se pode governar contra o povo e esperar não sofrer as consequências, os nossos governantes têm que perceber que eles é estão ao nosso serviço e não o contrário...

domingo, 9 de novembro de 2008

O homem que nos confundiu com a sua família…

“Pessoas inteligentes a cumprir as ordens, os gestos, os gritos do pastor Mário Nogueira (…) mais de 700 autocarros alugados em Portugal e em Espanha para trazer o seu rebanho…”

Não meu caro, nós não somos da sua família, não se engane. Quanto a vendas nos olhos ou tê-las-á um burro ou 120 mil professores, a escolha parece fácil de fazer e não é sua, é dos seus leitores…
Infelizmente ainda não percebeu e continua a confusão, vejam aqui...