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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A Institucionalização do Toque à Chulo...

Escola dá toque e pede para ligar. CM
Será que os professores, se os lá houver, se prestarão a esta palhaçada? Pessoalmente, recusava-me a tal prática: ou telefono ou não telefono; agora mandar um toque à chulo e ficar à espera que os pais liguem é aviltante... 
Se a escola não tem dinheiro para o telefone que informe hierarquicamente quem de direito e descarte-se das responsabilidades que deixa de ter, agora fomentar o miserabilismo e a falta de decoro é próprio de quem não tem um pingo de vergonha, decência e espinha dorsal. Esses tipos merecem tudo, mas não lhes chamem professores...

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Últimos Acertos na Colocação de Professores


Após mais meia dúzia de acertos, outros tantos atropelos e centenas de escolas fechadas, tudo parece ficar a postos para mais um arranque de um ano lectivo. Esquecidas as promessas e silenciados os sindicatos os peixes mortos professores estão a postos para desempenharem o seu papel, nas águas putrefactas do charco em que se tornou a educação portuguesa. Salve regina, morituri te salutem! 

domingo, 24 de maio de 2009

As coisas de Espinho e os espinhos da coisa...


A estúpida questão do caso de Espinho teria de servir de exemplo para o bem ou para o mal… Como é evidente, a profunda tacanhez e boçalidade portuguesas escolheram a segunda hipótese.
Duas possibilidades estavam em jogo:
1ª Salvaguardar o interesse do país e dar um sinal claríssimo de que se devem cumprir as normas de um estado de direito e que, portanto, não se pode andar a gravar às escondidas seja o que for e, muito menos, começar a encorajá-lo desde os 12 anos, quanto mais não seja porque é crime...
2ª Atamancar e distorcer tudo, fazer tábua rasa da lei e do estado de direito e incentivar duas crianças, evidentemente influenciadas por duas mães idiotas que vêm televisão a mais e não conseguem discernir entre as suas guerrinhas pessoais e o interesse efectivo da educação dos seus educandos, a violar a lei e a serem premiadas por isso. Pouco falta para se transformarem nos novos pastorinhos do século XXI… Pouco importa se isto abre um precedente gravíssimo que multiplicará, de uma forma incalculável, a repetição desse acto infame, dando mais uma machadada letal no ensino público português.
Das muitas vozes de burro que se ergueram aos céus, algumas das quais me mereciam bastante consideração, leio hoje a crónica do homem que nos confundiu com a sua família e percebo que, desde o início, estava certo. Para esta criatura, justiça é não cumpri a lei e deixar ao arbítrio de crianças decisões que podem subverter todo um sistema educativo, que lhes devia permitir serem educadas no sentido de não se poderem transformar em seres abjectos como aquele que, ciclicamente, suja papel com as suas asneiras e, pior do que isso, as dá a ler a milhares de pessoas.
Não imagino o desfecho do caso que, ab initio, me parece muito mal contado e envolto na mais ignóbil névoa social, mas isso pouco me importa. Preocupa-me mais o todo do que a parte, no caso, o gravíssimo precedente que se abre e que extravasará o pequeno mundo de uma insignificante escola de província, para se alastrar até não sei onde, com as consequentes e nefastas implicações.
Tudo porque, de facto, uma professora esteve muito mal, ao aceitar ouvir e dar crédito a uma gravação ilegal, e sujeita a todas as manipulações e mais uma, desde logo qualquer professor compreende que o silêncio sepulcral da turma significa o conhecimento e cumplicidade da coisa, em vez de, logo à partida, ter rejeitado ser cúmplice numa ilegalidade, cumprir a lei, punir os autores da gravação, procurar chamar à responsabilidade as instigadoras desse acto ilegal e fazer-lhes ver que existem formas e procedimentos legais, instituídos e que ao longo de muitos anos funcionaram perfeitamente, no presente caso, um inquérito para se averiguar o ocorrido. Legalmente, ouvindo ambas as partes e recorrendo às provas legais, testemunhos orais, depoimentos e audições dos visados…
Quanto ao homem que nos confundiu com a sua família nada acrescento, é normal os artistas de circo fazerem as suas pantominices e só é pena que os jornalistas não sejam, como ele sugere, avaliados anualmente… Veríamos se escaparia à primeira…

terça-feira, 7 de abril de 2009

A Escola que se quer...


Conselho Executivo avança com providência para travar eleição de director que vai substitui-lo.
O estado da educação em Portugal está óptimo, está tão bom que os tribunais começam a não dar vazão aos problemas gerados nas escolas pela belíssima legislação com que o governo tem bombardeado a escola pública. É um prazer saber que as coisas correm tão bem e que a legislação é tão clara que nem os tribunais a entendem… Como sugestão adicional pode-se sempre acrescentar que as novas adendas às adendas tenham o apoio interministerial do Ministério da Saúde, que sempre poderá nomear uns psiquiatras para, previamente, darem as suas opiniões