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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Iniciativa Pioneira do Vaticano


Vaticano compara expulsão de ciganos a "novo holocausto" (Lusa)  pelo que já ofereceu os seus jardins e a praça de S. Pedro para que os ciganos acampem lá. 
Há água com fartura e nos jardins será facílimo a colocação das estacas para as tendas. A Praça, por agora, ficará reservada para o estacionamento das Ford Transits. O papa está feliz por saber que animação e festa não voltarão a faltar.  

sábado, 26 de julho de 2008

E ainda bem...


Algumas vítimas da atitude racista e fascista da GNR...


As não notícias agradam-me… e agradam-me na medida em que, a partir delas, podemos inferir o que está por detrás do motivo que as originou. O assunto da Quinta da Fonte tem vendido bem, está a esmorecer e a questão do racismo é um assunto que vende e dá sempre que falar. Agora foram buscar uma portaria respeitante à GNR, datada de 1985, que choca toda a gente por se considerar que é racista, abusivo e discriminatório, fazer buscas, às caravanas, leia-se carroças ou outros meios, sempre que se suspeite de algo ilícito… Vêm os representantes dos ciganos dizer que é racismo, logo não devem ser revistados; até os representantes da própria GNR, dizerem que a lei é racista e fascista e que não a deveriam cumprir porque são contra ela…
Pois bem, se os ciganos não devem ser menos que os outros cidadãos, igualmente não devem ser mais, que é normalmente o que acontece, dar-se-lhe mais tolerância por serem ciganos e por, facilmente, resistirem por desacatos… e isto em todo o lado… Depois, aos GNRs e outras forças da ordem pública não se lhes pede que opinem sobre as leis mas, tão só, que as façam cumprir.Finalmente, eu, como estou certo que muitos milhares de portugueses, já fui mandado parar na minha viatura, ainda por cima sem qualquer suspeita, aleatoriamente, e depois de verem os documentos, revistaram-me o carro… Diversas vezes… Nunca me ralei com isso, porque ando dentro da lei e não tenho nada a temer, porém não me lembro de ouvir o GNR dizer-me, desculpe lá, eu sei que isto é fascista e racista, mas tenho mesmo que lhe revistar o carro… soprar no balão, ser revistado, passado por raio X, apalpado, etc., etc., etc. Por isso, tenham juízo e pensem bem antes de dizerem ou escreverem baboseiras..
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Outras vítimas da atitude racista e fascista da GNR...
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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Limpeza Étnica

Já tendo escrito bastante sobre o assunto e não estando, como não poderia deixar de ser, concordantes com o bom senso que, aqui e ali, vai aparecendo, deixamos mais um texto chegado por e-mail, apenas com o autor e sem outras referências e que, mesmo lamentando o facto, aqui fica. (Como a pontuação, no que respeita aos parágrafos vinha formatada, optei por deixar ficar sem nenhum)


Limpeza étnica
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter. "Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos auto desalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e auto denominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Dois em Um...



Cada vez se torna mais difícil compreender o mundo em que vivemos e os malvados que o governam, gostaria de lhes chamar estúpidos mas não o são, são maus… Esta ideia de armar o doido do Chávez e de se instalarem armas tácticas no continente americano é um retrocesso de cinquenta anos, só pode significar não só que os donos do mundo precisam de ser substituídos como, e era o meu conselho, internados num jardim zoológico com armas de brincar a quem nós, quando quiséssemos, poderíamos ir ouvir as suas baboseiras e os seus discursos inflamados e atirar alguns amendoins…
Apesar de só compreender a instalação de anti-mísseis no centro da Europa como fruto da estupidez que representa a sujeição do povo americano à pressão do lobby armamentista dos EUA, que se fosse à Rússia pura e simplesmente ridicularizava, gozava e ignorava, uma vez que não têm poder ofensivo, pelo que, para quem não deseja atacar é indiferente, da mesma forma que se o meu vizinho da frente começasse a proteger a sua casa com vidros à prova de bala, grades, barras de ferro e outras coisas do género, nada me afectaria, pois não tenciono atirar-lhe pedradas. Quanto muito, sugerir-lhe-ia que procurasse um psiquiatra e lhe contasse os seus temores… Seria o que eu faria no caso da Rússia, mas eu não sou o Putin...




O caso do Chávez é diferente, está a comprar armas ofensivas e armas muito complicadas de explicar o interesse da sua posse, para que as quer? E mais, para quê estender as bases Russas ao continente americano o que só traz instabilidade e, aumentando a paranóia e o medo atávico dos EUA aos latinos, só dará ainda mais força e argumentos ao lobby armamentista? É difícil compreender que o petróleo consiga transformar um louco como o Chávez em alguém que se recebe e com quem se fala… Bem razão tinha, e continua a ter, o rei de Espanha, já que foi a única coisa sensata que ouvi dizer e que se deveria dizer a um homem daquela estirpe…
O nosso Zé anda a coleccionar amigos e visitas entre a pior escória do mundo… Mugabe, Eduardo dos Santos, Kadafy, Chávez, etc. Pergunto: estará o homem a tentar aprender alguma coisa? Não tem vergonha? Se há interesses económicos não pode mandar um ministro, não se expondo a essas intimidades confrangedoras? Ou gosta e está a aprender e aí bastava-lhe ir à Madeira que era mais perto? Não sei. O que sei é que se ele é tão amigo do Chávez como quer passar a ideia que é, dever-lhe-ia dizer ao ouvido: Chávez, filho, não sejas parvo e deixa-te de merdas estúpidas. Se queres bases estrangeiras e belicistas na Venezuela nós enviamos-te um grupo de ciganos que cá temos que são uma maravilha… Isto sim, era de homem e era o dois em um…



terça-feira, 22 de julho de 2008

A Solução é fácil...

Basta que alguém se dê ao trabalho de lhes ensinar o significado deste

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Vamos ver… Sr. Ministro, Vamos ver…




Esta é a prova clara que os ciganos não têm nada de parvos… Ao fim de uma semana a pensar lá encontraram o tipo de linguagem que o governo entende, que poderíamos resumir na velha e conhecida fórmula: ou, ou senão… Para mais, é sabido o espírito gregário e unido da etnia cigana quando estão em causa este tipo de situações, sabem que os outros virão, aliás, aproveitarão para fazer festas, negócios e, estou em crer, que mesmo alguns casamentos serão acordados. Locais há muitos, como o jardim da câmara de Loures não chega, deverão escolher o Parque Eduardo VII, muito mais central e arborizado, com tudo ali à mão.
Aprenderam com os camionistas, com os táxis e aqueles que eu tenho descrito como os que vão tendo algum poder reivindicativo neste país, têm, de preferência, de falar mal o português, serem peludos e broncos, dizerem palavrões, arrotarem alto e cheirarem mal… É este o novo figurino do panorama sócio-reivindicativo português, agora com a introdução de uma pequena, mas não despicienda nuance, que eu presumo venham ainda dar mais colorido à coisa: as bestas (para além das Ford Transit, claro) e as revoadas de crianças, sujas, ranhosas e fugidias, acompanhadas dos berros lancinantes das mães…
Diz o ruizinho que não cede… Vamos ver… Sr. Ministro, vamos ver… Se tivesse feito o que diz que vai fazer, já não haveria ninguém acampado num jardim público...

sábado, 19 de julho de 2008

Quando a idiotia grassa…



Não há nada a fazer quando quem governa o faz a pensar em votos e não com a cabeça… Vão lá alimentem-nos bem, coloquem um médico e uma enfermeira de piquete, duas carrinhas de polícias, uma cozinha e um hospital de campanha, façam marchas da paz, rezem e pintem murais (aliás isso não me parece necessário, uma vez que eles o fazem naturalmente)… Que se lixem os milhares de sem-abrigo, que pululam por todo o distrito de Lisboa e um pouco por todo o país, os quais, certamente, precisariam muito mais disso do que esses e seriam mais agradecidos.
Mas está bem, é a política do burgo. Enquanto se desviarem a atenção do media para essas coisas não se fala nas outras… tudo é políticae em política vale tudo…

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O novo Afonso de Albuquerque…




O nosso bom presidente da república quer acabar com os guetos étnicos, qual Afonso D’Albuquerque de Boliqueime, se calhar, vai declarar os casamentos inter-étnicos…
Bem haja, Senhor Presidente…

Os ciganos são nómadas…



O carácter nómada dos ciganos é-lhes, por assim dizer, estruturalmente intrínseco, pelo que é mais que compreensível que queiram mudar de lugar, querem devolver aquelas casas e ir para outro sítio, em rigor, montar novo acampamento. Ora, acontece que, como já tenho escrito e repetido várias vezes, a sociedade tem o dever de ser solidária mas, da mesma forma, tem igualmente o dever de não ser estupidamente tolerante… Ora, este é um caso que configura o estupidamente tolerante, a não sei quantas famílias foram dadas casas, estragaram-nas, criaram mau ambiente e vizinhança e agora querem outras? A única resposta de uma sociedade responsável e social só pode ser: vão à merda! Se não querem o que vos foi dado há quem queira, quanto a vós, peguem nas vossas coisas e desenrasquem-se, como não sei e não quero saber; tão só saberia que quem violasse a lei sofreria as consequências… Por exemplo, acampar na via pública é proibido, portanto, dar-lhes-ia um prazo findo o qual a polícia faria o seu trabalho.
Quanto às armas apreendidas basta consultar-se (aqui) a legislação, para se verificar que elas não podem nem poderiam estar legais, uma vez que esta é extremamente restritiva e dispendiosa, logo não está ao alcance de quem aufere subsídios do Estado para tudo e mais alguma coisa.
A situação é, para mim, bastante clara; fora disto qualquer medida é um insulto aos milhares de pessoas que têm que pagar os seus impostos e as suas coisas com muita dificuldade. Falta é coragem política para a tomar estas medidas, mas coragem é uma palavra que há muito tempo se divorciou da política em Portugal.