Mostrar mensagens com a etiqueta eliminar parasitas é uma actividade necessária. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta eliminar parasitas é uma actividade necessária. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 8 de julho de 2009

A Ave do Golpe de Asa...

Aconteça o que acontecer este é o cenário gráfico de Portugal... Os necrófagos esperam o cadáver do país moribundo que se lhes apresenta. Depois de o terem ferido de morte, ainda assim, consideram que mesmo os restos cadavéricos não são de desprezar, tanto mais que nada mais sabem fazer do que parasitar o país e o seu povo...
Com a vitória perdida, resta-lhes lutar pelos bocados possíveis dos restos e, para isso, aguardam pacientemente a ver o que a coisa dá... Qual golpe de asa, qual carapuça... Os golpes que dão são com os bicos e garras afiadas, sempre ávidas e prontas a roubar mais um bocado.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

AGORA, SÓ RESTA ISTO...


Nós que andamos para aqui a engolir estas coisas todas há muito tempo, isto, aquilo e aqueloutro… Começa a ser tempo de fazermos os suspeitos ingleses, e a canalha que lhe está associada, começarem a engolir até rebentarem. Para esse tipo de criaturas, cuja ganância e falta de escrúpulos não conhece limites, só há uma solução, entupi-los de vez até ao gasganete estar cheio. Engasgá-los com a sua verborreia, com as suas mentiras, com os seus crimes, fazendo-os expiar no triplo o que nos fizeram engolir.
Para bocas insaciáveis o único remédio é o afogamento pelas leis da sua própria avidez, devemos dar-lhes muito, devemos dar-lhes tanto que não possam nem respirar, para que assim se afoguem nas misérias que vomitam, que sufoquem nos miseráveis vómitos com que nos atormentaram e com que gozaram as nossas caras Encharquemo-los, façamo-los falar para si próprios e entrar em circuito fechado, mas nas penitenciárias, cujas péssimas condições mantiveram, que são o seu lugar legítimo e natural, do poleiro para a pocilga, mas de uma forma tão liminar que não possam voltar passado uns anos a assobiar para o alto e a olharem para o lado, com o sorriso pérfido e trocista, como vem fazendo o pedófilo que para aí anda