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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Boas Notícias !!!



Guterres deixa cargo de consultor da Caixa

António Guterres, antigo primeiro-ministro e actual Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, deixou a Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde tinha assumido funções de consultor da administração em 2002.
A saída do banco estatal aconteceu em simultâneo com a passagem à reforma do ex-governante, que completou em Abril do ano passado 61 anos de idade. A reforma aconteceu em Junho do ano passado, altura em que pediu para se desvincular da Caixa Geral de Depósitos (CGD), embora em teoria pudesse manter-se em funções.

O antigo primeiro-ministro era assessor da administração do banco estatal desde 2002. DE

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O Verdadeiro Choque Tecnológico...

MAI promete multas em casa 5 dias após a infracção TSF

Afinal alguém tem de pagar os blindados e os mais 500 milhões que vão enfiar no poço sem fundo...
Já que a empresa na hora não encheu os cofres do estado, talvez a multa na hora dê uma ajuda...  

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Professores Continuam a Fugir ao Fisco



Foi hoje revelada uma informação que os sindicatos há muito temiam: os professores continuam impunemente a fugir ao fisco e a gastar em artigos de luxo sumptuários o que arrecadam dos seus vencimentos e, sobretudo, dos milhões sacados a fazerem horas extraordinárias...
Já havíamos denunciado aqui esta situação em que os Professores Enriquecem com a Crise, sendo agora a vez de um jornal nacional o fazer. a situação é intolerável. Na foto fica o exemplo do barco Milú II de um professor da EB2/3 da Carrasqueira dos Animais que pediu o anonimato.
Carros, barcos e aeronaves ficaram de fora do planeamento da inspecção.
Manifestações de fortuna "fogem" ao fisco por falta de informação rigorosa. Público

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Estamos a Desaparecer, a Dissolvernos e a Incomodar...


Que os portugueses estão em vias de extinção já não é novidade e este estudo só vem chover no molhado... Até calhou bem ter sido divulgado no dia de Portugal, pois assim o ciclo parasitário que tem realizado a tarefa de acabar com a raça já pode descansar mais um bocadinho... Contudo, há uma outra constatação a fazer e a chamar à atenção:
Os portugueses que ainda existem em Portugal estão cada vez mais dissolvidos...
Facilmente nos julgamos encontrar em locais exóticos e tropicais, tal a fauna que se tem espalhado com os seus costumes pelas terras outrora lusas. Às vezes, já nos começamos a sentir a mais e fartos de viver como espécies raras que só atrapalham se querem ir a algum sítio que está ocupado pelos fragilizados sociais que têm filhos ininterruptamente e que ainda mandam vir o resto da família que ficou no sertão brasileiro, nas terras eslavas ou nas selvas e savanas africanas, para que nós paguemos todo o tipo de subsídios para que eles possam viver tranquilamente...
Há que repensar tudo isto...  Senão desaparecemos mesmo ou tornamo-nos (o que está cada vez mais próximo) minoritários...

segunda-feira, 9 de março de 2009

Politicamente inconveniente, mas verdadeiro...


Depois de um fim-de-semana bem passado, com tiros, mortes, espancamentos e a polícia a olhar para o lado e a multar os portugueses desordeiros, que se tinham esquecido de pôr o cinto de segurança ou cuja roda do carro estava ligeiramente em cima do passeio, os jovens voltam às escolas para complementarem a sua formação académica. Quem vai ter que sofrer as consequências desta política social de inclusão serão, à vez, os utentes dos transportes públicos, das ruas e passeios, depois os professores e funcionários, bem como os carros dos mesmos e, finalmente, de regresso a casa, repete-se a história da ida.
Será que haverá alguém neste país que olhe para isto? Quanto custa a quem trabalha e se esfalfa todo para conseguir pagar os seus impostos e as suas dívidas aos bancos, às escolas privadas(para onde tem que colocar os seus filhos) alimentar esta canalha que vive à margem da lei e da ordem pública? Mais a outra, a dos banqueiros e políticos corruptos e corruptores, que não deve ficar mais barata... Desde quando é que começou a ser justo termos que alimentar esta cambada toda para os políticos ganharem mais uns votos nas eleições? Porque será que só há apoios do estado para esta cambada? Quando é que alguém faz contas e verifica a quanto ascende por ano este custo? Em quanto é que quem não faz mal a ninguém e só tenta sobreviver com um mínimo de dignidade poderia ver aliviada a sua carga tributária se não tivesse que pagar esta merda toda?
São perguntas legítimas e devem ser colocadas neste período eleitoral... Não é justo a enorme maioria da população viver para sustentar estas minorias de parasitas que há muito deveriam ter sido ou recambiados ou postos na ordem. Os ricos corruptos deste país deveriam ter que se ver forçados a ir para Londres ou para a China, os que não são de cá, e não se sabem ou não podem comportar devidamente, para a terra deles e, os nossos, para os calaboiços ou para reformatórios, não para bairros sociais e escolas públicas para onde só vão destruir mais o pouco que temos.
É duro e difícil de ouvir e aceitar? Eu sei que sim, mas é verdade. Não me parece que seja justo que nos continuem a obrigar a pagar tudo isto e que nos possamos dar ao luxo de continuar a sustentar toda esta freguesia, continuando a viver à espreita de qual será a próxima vez que nos assaltam ou maltratam. A justiça social tem que ser para todos, mas em primeiro lugar para os que trabalham, ou já trabalharam e que cumprem as regras do jogo...

domingo, 28 de dezembro de 2008

Os portugueses vivem tão mal...


António Lobo Antunes:
"Os portugueses vivem tão mal e os livros são tão indecentemente caros!", criticou, em seguida, frisando que "que quem lê não são as classes altas, é a classe média baixa, como se pode observar nas feiras do livro".
É contra esta realidade que temos de lutar, os portugueses vivem muito mal… e cada vez vivem pior, pois o que chamávamos de classe média baixa são, agora, a nova classe de pobres com tanta educação como vergonha, que não aspiram a mais do que voltar a viver, remediadamente, na antiga situação de classe média baixa, isto é, que chegava ao fim do mês sem dinheiro mas sem grandes dívidas e que hoje, não só já não chega ao fim do mês, como vê acumular as dívidas sem saber o que pode fazer.
É a isto que conduziu a política portuguesa dos últimos tempos, uma política que apenas protege ou os que não trabalham ou os que se dedicam à agiotagem, tráfico de influências e negociatas, os outros são os fiscalmente ricos que, por serem tão ricos, são tributados até terem ficado irremediavelmente pobres…
É pena que quem nos finge governar não ouça estas vozes, mas apenas as que gulosamente lhes bajulam améns.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Bóra lá ajudar os banqueiros...


Administração: Durante cinco anos à frente do Banco Comercial Português
Acusados do BCP ganharam 10 mil euros por dia.
Os três presidentes e os quatro administradores do BCP acusados pelo Banco de Portugal ganharam 162,3 milhões de euros em remunerações fixas e variáveis, no período compreendido entre 2002 e 2006, o que dá uma média de cerca de dez mil euros por dia.


E ainda estão com má cara...

sábado, 29 de novembro de 2008

Para ajudar a sair da crise...



A propósito da crise e dos crápulas e sanguessugas que por aí pululam e estão a devorar descaradamente este país, quer me parecer que se deveriam tomar sérias medidas para diminuir os custos do estado com esta gente e, desta forma, promover a justiça social. A primeira medida seria estabelecer um tecto máximo para as reformas, considerando que o presidente da república aufere 7 mil e tal euros, prebendas à parte, eu diria que 5 mil euros estaria bem. Bom, mas a novidade seria a introdução da reforma única, isto é, se alguém fosse detentor de uma pensão privada apenas receberia do estado o necessário para perfazer os ditos 5 mil euros, se essas pensões ou reformas ultrapassassem esse valor não receberia nada, já que não precisaria. As reformas deviam ser consideradas como ajudas do estado a quem precisa, não como maná para gulosos.
Simplificando, o estado em caso algum pagaria a quem quer que se aposentasse mais do que 5 mil euros, só o fazendo nos casos em que os titulares dessas reformas não auferissem outros rendimentos, caso em que apenas passava a pagar desse valor até ao montante de 5 mil euros. Exemplo, um fulano, recebia de qualquer fonte 3 mil euros mensais, nesse caso, independentemente do que tivesse direito, o estado apenas lhe pagaria 2 mil, ou seja, e clarissimamente, deixava de ter esse direito.
Um estado pobre e em crise, que pede constantemente o sacrifício dos pobres, não deve sustentar burros a pão-de-ló, que é o mesmo que dizer não deve, desde logo porque está visto que não pode, enriquecer ainda mais os ricos. Falar-me-ão em direitos adquiridos, bem deixariam de o ser, nisso igualando a maioria da população que, constantemente, vê os seus direitos adquiridos a deixarem de o ser… Parece-me ser uma medida tão justa como a variação dos abonos de família consoante o rendimento do agregado familiar. Poder-me-ão dizer que é impraticável. Talvez, mas só o é se não houver vontade política para o fazer, já que, de resto, com o desenvolvimento da informática, se tornou na coisa mais simples do mundo.
Como os exemplos devem vir de cima, proponho, aproveitando as palavras do presidente Aníbal António, que o país se una e todos se sacrifiquem para o bem comum que é a solvabilidade do estado, desde logo, que seja o próprio Aníbal António que comece por dar o exemplo, prescindindo de outras remunerações do estado que não sejam as que aufere pelo exercício da sua função presidencial. A partir daí todos os outros iriam a eito, políticos banqueiros, etc, etc.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Há que ter dinheiro para os bancos...




A A Direcção-geral dos Impostos (DGCI) prepara-se para enviar e-mails a cerca de 28 mil contribuintes com dívidas fiscais ameaçando-os de que, caso não regularizem a sua situação, os irá notificar para que entreguem os documentos das suas viaturas. A medida faz parte de um plano de emergência delineado em colaboração com a equipa política do Ministério das Finanças, de forma a garantir que será atingida a meta de 1500 milhões de euros de cobrança coerciva prevista para este ano, numa altura em que o abrandamento da economia constitui a principal dificuldade para o cumprimento do nível do défice deste ano e para a determinação dos objectivos da proposta de Orçamento do Estado (OE) para 2009 que será apresentada hoje.




Ou seja, é roubar aos pobres para dar aos ricos, perdão... tirar aos que nada têm para dar aos banqueiros... Este é o verdadeiro plano Robin dos Bosques português... é preciso dinheiro para dar aos bancos e banqueiros e tem que se ir buscar a algum lado, como os ricos não pagam, têm que ser os pobres. Em bom rigor, é preciso sacar dinheiro dos nossos impostos para dar aos bancos, para estes poderem continuar a explorar-nos. É simples não é?
Mas não é só... Veja-se os combustíveis, ninguém fala nisso mas o crude baixou para os 80 dólares e os preços Robin dos Bosques continuam iguais...


sexta-feira, 18 de julho de 2008

Os ciganos são nómadas…



O carácter nómada dos ciganos é-lhes, por assim dizer, estruturalmente intrínseco, pelo que é mais que compreensível que queiram mudar de lugar, querem devolver aquelas casas e ir para outro sítio, em rigor, montar novo acampamento. Ora, acontece que, como já tenho escrito e repetido várias vezes, a sociedade tem o dever de ser solidária mas, da mesma forma, tem igualmente o dever de não ser estupidamente tolerante… Ora, este é um caso que configura o estupidamente tolerante, a não sei quantas famílias foram dadas casas, estragaram-nas, criaram mau ambiente e vizinhança e agora querem outras? A única resposta de uma sociedade responsável e social só pode ser: vão à merda! Se não querem o que vos foi dado há quem queira, quanto a vós, peguem nas vossas coisas e desenrasquem-se, como não sei e não quero saber; tão só saberia que quem violasse a lei sofreria as consequências… Por exemplo, acampar na via pública é proibido, portanto, dar-lhes-ia um prazo findo o qual a polícia faria o seu trabalho.
Quanto às armas apreendidas basta consultar-se (aqui) a legislação, para se verificar que elas não podem nem poderiam estar legais, uma vez que esta é extremamente restritiva e dispendiosa, logo não está ao alcance de quem aufere subsídios do Estado para tudo e mais alguma coisa.
A situação é, para mim, bastante clara; fora disto qualquer medida é um insulto aos milhares de pessoas que têm que pagar os seus impostos e as suas coisas com muita dificuldade. Falta é coragem política para a tomar estas medidas, mas coragem é uma palavra que há muito tempo se divorciou da política em Portugal.

terça-feira, 15 de julho de 2008

São inadmissíveis as faltas de condições…


O momento em que escrevo antecede, apenas em alguns minutos, o telefonema que vou fazer para a Câmara Municipal do sítio onde habito para que me venham servir a casa a refeição e já lhes perdoo o não me terem vindo trazer o pequeno-almoço, pois a culpa foi minha, já que devia saber que existiam esses serviços camarários. Como, para além disso, a casa onde habito é minha, não só a câmara não me subsidia nada como ainda tenho que lhe pagar e bem, quero o meu menu reforçado e ao meu gosto… Qualquer coisita de marisco, com um bom vinhito branco a acompanhar, se não estiver fresco volta para trás, e tem que ser servido às 13 horas TMG, uma vez que é a hora a que gosto de almoçar.
Quanto aos ciganos da Apelação, espero que sejam colocados na Quinta da Marinha, pedindo-lhes desculpa e paciência por o Estoril Éden, que vai nascer onde existia o antigo Estoril Sol, e do qual mostro um pormenor da maqueta num post mais em baixo. É inadmissível o que fizeram a essa gente, pelo que compete ao Estado a devida compensação. Os pretos logo se vê, mas não se preocupem que se há-de encontrar uma solução idêntica…
Senhores governantes, o tempo urge, comecem a desalojarem a Quinta da Marinha ou outro local que eles escolham, para aí colocarem os pretos e ciganos que não conseguem viver num sítio onde vivem 2500 pessoas… Francamente, isso deve ter sido uma promessa eleitoral, cumpram-na.