"É MUITO DIFÍCIL QUE NÃO SENDO HONRADOS OS PRINCIPAIS CIDADÃOS DE UM ESTADO, OS OUTROS QUEIRAM SER HOMENS DE BEM; QUE AQUELES ENGANEM E ESTES SE CONFORMEM COM SER ENGANADOS." MONTESQUIEU, De l'Esprit des Lois,I:III,5
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Hoje É Um Dia Sem Memorandos...
"Como há dias sem carros, hoje é um dia sem aulas". Magnífica cabeça, só espero que amanhã não esteja de ressaca por ter esforcado demasiado as meninges...
Pessoalmente prefiro os números do trucidador implacável, é que sempre que esta criatura clama vitória no dia seguinte ou pouco depois, aqueles que ele afirma defender e representar sofrem mais um desaire, mais uma vergonha, mais um aviltamento... Sinceramente, se aquilo fosse mesmo o representante dos professores, penso que tudo o que lhes fizessem seria merecido. Porém, não o é, pelo menos da grande maioria que eu conheço. Encontrar um professor que o considere o seu representante é, hoje, quase tão difícil como encontrar um socialista que se afirme seguidor e admirador do sócrates...
O mário nogueira, a ser alguma coisa, não é senão o sócrates dos professores.
sábado, 9 de outubro de 2010
Será que Ainda Não Tinhas Percebido?
Fenprof quer saber se austeridade vai afectar progressão nas carreiras. TSF
A sério? E nós ainda nos ainda nos queixamos que os alunos estão cada vez mais burros, irra!
Ou será que por haver PEC 3 julga que também tem que assinar um Memorando 3???
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
As Preocupações da Fenprof...
SAHARA
ALGURES, NO DESERTO,
O POVO SAHARAUÍ SOFRE
E CONTINUA A LUTAR POR LIBERDADE
FENPROF solidária com Sahara Ocidental lança campanha para denunciar situação de violação dos direitos humanos e angariar dinheiro para crianças refugiadas.
FENPROF prosseguirá apoio à causa saharauí.
Pode confirmar aqui
terça-feira, 20 de abril de 2010
Para Quando o Sindicato dos Sindicalistas?
Infelizmente voltei a ouvir o discurso gasto e pegajoso dos sindicalistas… Não, não foi um acto de puro masoquismo, foi um acaso resultante do facto de ter expressado uma opinião, a minha, de que o Mário Nogueira falhou em toda a linha tendo apostado, jogado e perdido tudo, mais uma vez ao assinar mais um famigerado e insondável memorando de entendimento. O resultado é simples: ficou queimado para os professores. Se a primeira ainda o perdoaram a segunda e a eventualidade de uma terceira, quarta e quantas forem preciso, foi a gota de água que fez transbordar o copo.
Curiosamente o discurso que ouvi é fantástico e sempre o mesmo, quem não é sindicalizado não existe e deve remeter-se ao silêncio vestal próprio dos seres inexistentes. As decisões e apreciações serão feitas pelas luminárias pensantes que são os sindicalistas e em local próprio, que é onde todos se juntam para repetirem a oração que lhes chegou por email ou pelo ouvido.
Primeira farsa: os sindicalistas, por intermédio dos delegados sindicais “eleitos” nas escolas, têm conhecimento do que se passa nas mesmas. Falso. Os sindicalistas são fósseis que há muito perderam o pulsar daqueles que dizem representar e de cujo trabalho retiram o seu sustento, com a agravante de ainda desdenharem deles. Meus caros, claramente vos digo: não são meus colegas, eu sou professor e vocês são sindicalistas. Nós tentamos lutar pelos nossos direitos e dignidade e vós pelos vossos direitos, abdicando da dignidade que nem têm nem desejam ter.
Segunda farsa: são os sindicatos que organizam e lutam pelos direitos dos trabalhadores, neste caso professores. Falso. As manifestações de professores que organizam são uma vergonha confrangedora. Arregimentam uns milhares de criaturas a quem devem oferecer um copo de vinho e uma sandes de courato e dizem que são professores… Claro que, a maior parte das vezes, a verdade é como o azeite e basta um microfone colocado à frente de uma alimária dessas para fazer corar de vergonha qualquer verdadeiro professor… Os professores, em geral, sabem falar, essas criaturas não.
Terceira farsa: os sindicatos são representativos dos professores, tendo, por exemplo a Fenprof 60 000 sócios (o número chegou-me por aqui). Falso ou muito estranho. É que eu conheço centenas de professores e os sindicalizados contam-se pelos dedos (se usar também os dos pés). São uma vintena de fósseis preocupados com os seus horários, para o melhor desempenho da sua actividade sindical (a sua vidinha) e das suas regalias (reduções e outras porcarias do género…). Os professores, na sua maioria, já não se sindicalizam e os que o foram estão a deixar de o ser a um ritmo proporcional aos desaires que têm sofrido, fruto da incompetência e oportunismo desses mesmos sindicalistas que se dizem representá-los, mas que na verdade apenas olham para os seus botões e se estão marimbando para os colegas, desde logo, como já procurei explicar, porque há muito já o não são.
Soluções:
1ª os sindicalistas deveriam passar a ser obrigados a exercerem as suas profissões no mínimo de três em três anos… A três anos no sindicato seguia-se, pelo menos, um na escola. Para não se esquecerem…
2ª Teriam que ser escolhidos proporcionalmente aos diversos níveis de ensino. X do básico, y do 2º ciclo, Z do secundário e por aí fora. Olha-se para os painéis de sindicalistas e o que é que se vê? Educadores de infância, primários e destes convertidos em professores de Educação especial… Ora, nada tenho contra as ESEs, só que estou farto de ter que aturar mentecaptos a arrogarem-se no direito de falarem por mim, três quartos desses indivíduos falam da trapalhada da credenciação do Sócrates e esquecem-se que as suas habilitações são muito semelhantes… Provas de acesso ou de aferição de conhecimentos? D’asse! Pois, pudera…
Sugestão: os sindicalistas têm-se sentido muito maltratados pelos professores e, sobretudo, pelos escritores de blogues a quem, como sempre de forma paupérrima de imaginação e inteligência, chamam activistas de sofá, temíveis combatentes da pantalha ou coisas desse tipo. Estou de acordo, pelo que creio que devem formar, quanto antes, um sindicato de sindicalistas para melhor defenderem os seus interesses.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Venha Outro Que Este Já Não Serve...
Creio que todos têm sentido que temos vivido tempos duros de perseguição e ódio declarados, aos quais tentámos resistir com as maiores manifestações que algum dia se viram em Portugal. De nada serviu, a não ser para alguns sindicalistas ganharem protagonismo e aparecerem como sendo os organizadores e os líderes da contestação. Isso não é e não foi verdade. A movimentação que surgiu foi espontânea e total, ninguém conseguia, nem consegue, suportar tanta ingratidão e injustiça. Passados estes anos, em que todos nós perdemos, cabe perguntar: quem por duas vezes nos enganou ou se deixou enganar, não vou entrar por aí, de uma forma absolutamente ridícula? A resposta todos sabemos, o que se assumiu como a cara deste descontentamento: Mário Nogueira.
A avaliação está feita e a consequência é óbvia: apostou, jogou e perdeu tudo, logo deve assumir essa derrota, demitir-se, voltar à escola (afinal diz-se professor, não é?) e deixar outro tentar fazer melhor, o que não me parece muito difícil.
Não posso ser mais claro. O Mário Nogueira está queimado e, se de facto se interessa pela justa luta dos professores e da educação em Portugal deve ter a humildade de o aceitar e dar o lugar a alguém que consiga voltar a ser significativo para os professores. Ele já não serve para a solução dos nossos problemas, precisamente porque passou a fazer parte deles.
Adeus! Não deixas saudades. Volta para a escola.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Fiem-se Outra Vez no Judas de Bigode
Os professores sabem que podem confiar nele... (Não se riam...)
A esta hora deve estar a preparar outra reunião nocturna para vender negociar qualquer coisa muito importante, da qual os professores nunca saberão nada nem verão nada palpável, como da outra há já não sei quantos meses atrás e, depois, virá dizer que a Fenprof está orgulhosa e venceu em todas as frentes e todas as batalhas... Obviamente, quais, nós, os estúpidos, nunca saberemos, já que a inefabilidade do pensamento dos nacionais sindicalistas é absolutamente hermético. Eles lá saberão e basta.
Quanto a vós colegas (os sindicalistas não o são) continuem a fiar-se na virgem de bigode e verão o que vos espera...
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