quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Arte Contemporânea ou blasfémia?

Contemporary Art or blasphemy?


Arte Contemporânea ou blasfémia? Uma escultura de madeira com um sapo verde crucificado exposto no Museion, Museu de Arte Contemporânea em Bolzano, norte de Itália, (da autoria de Martin Kippenberger) provocou a ira do Papa Bento XVI. Em solidariedade com o presidente do Governo regional, Franz Pahl , que no início do Verão entrou em greve de fome para que removessem a peça de arte contemporânea da exposição, o Papa considerou, em carta enviada ao museu, que a obra era uma blasfémia: “É ofensiva para os cristãos que vêem na cruz o símbolo da salvação”. A direcção do museu do reúne-se hoje para decidir se retira ou não o sapo da exposição. Fotografia: Cortesia Museion/Reuters.
Eu, apenas por provocar a ira ao pastor alemão Bento XVI, achei engraçado e não considero nada ofensivo para ninguém... Chamar-lhe -ia o cocas cruxificado... Não associaria a mais nada. Não há dúvida de que tudo depende da forma como se olha para as coisas... Julguem por vós e lembrem-se do que pensaram sobre as caricaturas de Maomé. Ah! E ainda falta a opinião do Berlusconi...
Ver video aqui...
English version:
I only because that provoke the anger of the German shepherd Benedict XVI, I found funny and not feel anything offensive to anyone ... Call him to the Kermit the frog in the cross ... Do not associate with anything else. There is no doubt that everything depends on how you look at things ... Look for yourself and remember from what they thought about the cartoons of Mohammed. Ah! And it remains expect the view of Berlusconi ...
Some links in English:

3 comentários:

stock market investor disse...

its good to know about it? where did you get that information?

myspace prolific disse...

very awsome.

Anónimo disse...

Já não há métodos para obrigar a falar as pessoas, como na Idade Média. Mesmo assim, vou dizer que a experiência pela qual passei, ao ver esta escultura, foi assaz desagradável. O sapo, ou coisa que o valha, está LITERALMENTE cruxificado. É uma cena violenta e boçal: não gostei.

Ó Quink 644...

beijo