quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Antes disso...

Juventude Socialista propõe criar o “Dia da Educação Sexual” nas escolas.

Pelo que tenho lido nos últimos dias, parece-me que os jovens da JS têm andado muito exacerbados… Ele é casamentos homossexuais, já e agora, ele é dia da educação sexual e informação sobre a IVG, o SIDA, o planeamento familiar e tal tem sido a força dessa pressão que estes jovens, sabe-se lá apoiados ou incentivados por quem, até conseguiram fazer alterar as fórmulas do Instituto Nacional de Estatística. Sabemos que no que respeita à formula de calcular o desemprego também houve alterações para os números, mas isso seria outro assunto…
No que respeita a este, como professor, quer-me parecer que deviam ser elucidados sobre uma única coisa que me parece não falarem e que, talvez, fosse importante: a masturbação. Aqui fica a sugestão, façam uma acção de formação para os jovens militantes sobre o tema da masturbação, talvez isso os acalme


Deixo aqui o resultado de uma pequena pesquisa na Net... (texto escolhido por mero acaso...)
Masturbação
*** A Sentinela 1970 15/11 p. 699 A maneira de evitar o laço do homossexualismo ***
(veja também A Sentinela 1972 1/8, pp. 476-8)
O que ajuda neste respeito é reconhecer, então, que o auto-erotismo ou a masturbação não é apenas um passatempo inocente, mas é antes uma prática que pode levar a atos homossexuais. Por quê? Porque a masturbação pode tornar mais fácil e mais tentador empenhar-se em masturbação mútua, que é uma forma de homossexualismo. Combater sinceramente esta prática contribuirá muito para proteger o jovem.

4 comentários:

Pata Negra disse...

Nem Salazar casou, nem Sócrates casará - por mais alternativas que abram ao casamento (entre pessoas do mesmo sexo, entre pessoas e porcos, entre gatos e cães) - existem homens a quem a mão dos jovens seguidores satisfaz na plenitude.
Um abraço de mãos nos bolsos

quink644 disse...

Agradeço muito as mãos nos bolsos...
Um suíno abraço...

Anónimo disse...

Porquinhos!

kerouacx disse...

Com extracto de absinto, abstracto me sinto. Saudações oficinais da Marquês Sádica.