Mostrar mensagens com a etiqueta Tudo o que dá despesa é para cortar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tudo o que dá despesa é para cortar. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Ah! A Crise... O papa Pronunciou-a Correctamente, Disse-me: Aníbal, Olha Lá Se a Crise Chega aos Teus Netinhos...


“Portugal está numa situação muito difícil neste momento e espero que se mantenha a estabilidade política e a governabilidade para ver se nós conseguimos sair com menos sofrimento da situação em que nos encontramos(...)" Sapo (Se prefrir ouvir o registo sonoro clique aqui)
Pois, ãhárghh, parece que, grunfggg, circulam por aí, pelos internautas (aqui) coisas, ãhárghh, como é maria?, frame a frame? Grrrhgrss, ráscttp, a quererem mexer nas pensões, que, eu, nós, lembras-te maria, quando ainda era frame a frame, ÃÃa~~aã~#4?#, eu fazia horas na bomba e tu, nem me lembro mas tu deves ter isso anotado, grunfggg, vias o solzinho a dançar, como eu e o Nemo, com os nossos netos, que ainda não tinham nascido, mas... o quê que eu estava a dizer??? Áh! Em, poço de Boliqueime, agora só Boliqueime porque eu sequei o Poço, Grafhhtf, Grafhhtf, Groingkkk, ÃÃa~~aã~#4?#...
Querem que nós percamos as reformas que arranjámos  merecemos só porque há crise para, grunfggg, esses funcionários???
Olha ali ao fundo, não é ela? A crise? Temos que esconder os nossos netinhos...

segunda-feira, 15 de março de 2010

Por cada 3 entra 1, logo por cada 1 entra 1/3...

(Estudo preparatório)
Um lacaio de baixa catadura e, como todos os que verdadeiramente pertencem à corja que se instalou, com nem sei quantas reformas chorudas, a fazer lembrar o emplastro de Belém, que, obviamente, não deve um tostão a ninguém, pois só tem depósitos e aplicações em bancos credenciados como o BPN, anda para aí a apregoar que, a partir de agora, só entra um funcionário público com saída de três. (*)
Estamos muito agradados com tal medida e estupefactos com tal inteligência. Agradados porque assim que esta corja de 230 inquilinos de S. Bento sair, como a divisão por três não dá conta certa, vai ficar reduzida e incluirá um monte de merda amputado, até ficar milimetricamente aplicada a regra de saem 3 entra 1. Há outra medida que também serve e que passa por amputá-los a todos de algumas excrecências que pouco lhes servem e que, cáculos feitos, nos permitrá ficar com o ajustado número de eunucos, o que é duplamente bom, pois não só ficam impedidos de progagar os seus prejudiciais cromossomas, como se impedirão não sei quantos casos de pedofilia não imputável. O próximo presidente eleito (?) ficará, mais ou menos, como o estudo colocado no início procura demonstrar. (ver foto)
Quanto ao agrado da medida já adiantámos alguns aspectos falta, pois, a estupefacção... Ela resulta da aplicação de tal medida a quem, efectivamente trabalha... É que depois de convenientemente recortado para cumprir o estipulado, o presidente Aníbal António, por exemplo, precisará de pelo menos dois lacaios para o carregarem no seu cestinho, como não haverá vagas para entrar para o quadro da casa da presidência durante muitos anos, terão que ser contratados carregadores de empresas particulares, o que será aborrecido para a imagem do país.... Estou mesmo a ver as parangonas: o que resta do presidente de Portugal carregado por cabo-verdianos, brasileiros e lestianos... Não vai cair nada bem...

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

O problema é a cobardia...



Dão-se alvíssaras a quem encontrar alguma classe satisfeita com o governo, a não ser, obviamente os políticos, banqueiros e os belmiros… Os militares são apenas mais uma, a saúde não conta, a educação não conta, a justiça não conta, a segurança pública não conta, a justiça social não conta, a pobreza galopante dos portugueses não conta e os militares também não… Que receita dão ao Estado? Nenhuma, então é para arrasar… Mas, contrariamente às outras classes, excepção feita à polícia, têm a faca e queijo na mão. Se não lhes dão o que consideram ser seu direito vão buscá-lo, os portugueses agradeceriam que, mais uma vez, voltassem a servir o país em alguma coisa…
Se persistirem em ouvir o paleio dos reformados e o canto das sereias dos políticos então terão o que merecem, já que quem pode impor não deve pedir e os militares, como estudiosos que deviam ser destas matérias, deviam sabê-lo melhor do que eu e agir em conformidade. Se forem cobardes não merecem ser militares e tudo o que lhes façam é pouco.