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terça-feira, 7 de abril de 2009

A Escola que se quer...


Conselho Executivo avança com providência para travar eleição de director que vai substitui-lo.
O estado da educação em Portugal está óptimo, está tão bom que os tribunais começam a não dar vazão aos problemas gerados nas escolas pela belíssima legislação com que o governo tem bombardeado a escola pública. É um prazer saber que as coisas correm tão bem e que a legislação é tão clara que nem os tribunais a entendem… Como sugestão adicional pode-se sempre acrescentar que as novas adendas às adendas tenham o apoio interministerial do Ministério da Saúde, que sempre poderá nomear uns psiquiatras para, previamente, darem as suas opiniões

domingo, 25 de janeiro de 2009

Medida ajustada


Ministério da Justiça manda retirar caixas de multibanco de vários tribunais.

Ora até que enfim que vejo uma medida acertada, retirar as caixas multibanco de dentro dos tribunais pode ser que consiga fazer com que estes sejam menos assaltados. Dentro da mesma linha de pensamento devem retirar, também, tudo o que possa ter qualquer interesse para os ladrões, por exemplo presuntos e enchidos que tenham sido apreendidos ou confiscados, não vá algum meliante passar com fome e resolver ir buscar material para umas sandochas…
É uma boa medida e espelha bem a atitude firme com que o governo resolve as situações mais prementes e delicadas. Poderiam, ainda, ter tomado outra medida igualmente ajustada que seria proibir os multibancos dos tribunais de terem dinheiro... Nesta não devem ter pensado. Nas portas, e por todo lado, afixariam: estimados clientes, por imposição governativa as máquinas de multibanco que cá temos não têm dinheiro, portanto, não danifiquem as portas das nossas instalações.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

ADEUS DIREITOS...

Projecto retira garantias a maioria dos sinistrados.
Nova legislação reduz protecção nos acidentes de trabalho.




A crise está aí e é necessário proteger ainda mais as seguradoras e o patronato, as vítimas de acidentes de trabalho que se entendam com essas entidades filantrópicas cujo padrão de actuação é por de mais conhecida de todos. Para além disso, a entidade patronal deixa de ter responsabilidades sobre a segurança no trabalho, menos uma chatice e mais uma possibilidade de reduzir os custos.
Quanto ao estado, este vai-se descartar de mais outros custos e de responsabilidades, a quem interessa a defesa dos interesses dos trabalhadores acidentados? Eles saberão defender os seus interesses com as seguradoras, não é preciso nem o ministério público patrocinar, nem os tribunais terem que julgar, os tribunais não servem para isso, estão ocupados com os casos que realmente valem a pena como o caso Casa Pia, Operação Furacão e a calcularem qual o montante da indeminização a atribuir a Paulo Pedroso por ter sido preso por tudo aquilo que a televisão transmitiu e as gravações continuam a reproduzir. São políticas...
E nós? Bem a nós só nos cabe perguntar se será que a nossa sociedade está a ir no rumo certo...