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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Cabo Verde Precisa-se...

Guiné Bissau: candidato às presidenciais de 28 de Junho assassinado a tiro em sua casa.

A Guiné Bissau precisava de ser administrada pela ONU durante um largo período de tempo… É por demais evidente que se trata de uma nação incapaz de se auto governar, pelo que, a bem de um povo que sofre as sevícias de uma súcia de animais, deveria ser-lhe retirada a soberania e passar a ser tutelada pelas Nações Unidas, para que desarmassem um exército que mais não passa de um conjunto heterogéneo de bandos de bandidos que assentam na sua etnia a sua lógica sanguinária.
Bem sei que a ONU não se meterá nisso, no fundo a Guiné Bissau nada tem para oferecer, poderia sugerir que fosse anexada pela Guiné Conacri ou pelo Senegal, porém…
Talvez Cabo Verde seja uma solução a pensar, assim como assim, antes resultava e, dessa forma, talvez os anos vindouros pudessem ser mais pacíficos e melhores para um povo que não tem culpa das negociatas criminosas que alimentam a corja que os governa.
Rejubilei com a morte do criminoso Nino Vieira, pensei que seria uma hipótese para o país, não foi… Este, apesar de não o conhecer, talvez não fosse melhor… O ideal seria que esses criminosos se matassem todos uns aos outros de uma vez por todas e a Guiné Bissau se pudesse tornar num país civilizado, que apostasse no turismo, nas pescas e, sobretudo, nas pessoas. Mas para isso é preciso haver paz.
Os cabo-verdianos sabem disso e têm experiência a liderar os guineenses, para além de não lhes poder ser imputado o anátema do colonialismo. Talvez seja a única solução

domingo, 8 de março de 2009

Deviam era ficar todos no Tarrafal...



Com nove ministros e sete secretários de Estado, José Sócrates irá governar para Cabo Verde de 12 a 14 deste mês... Na nossa opinião, seria Tarrafal com eles e em vez de dois dias deveriam lá ficar 12 ou 14 anos.
No entanto, não deixo de ficar preocupado... É preciso avisar os governantes cabo-verdianos para terem atenção e não acreditarem em nada do que ele diz. Será bom também que os avisem que os programas dos magalhães que ele leva estão cheios de erros ortográficos.

domingo, 28 de setembro de 2008

Cabo Verde e a galinha dos ovos de ouro...



Cabo Verde não pode perder o estatuto que tem vindo a conseguir criar, o de um país calmo, tranquilo e saudável que é ideal para fazer férias em qualquer época do ano. Com uma situação privilegiada em termos geográficos, em que se realça o clima e a diversidade do seu conjunto de ilhas, o turismo é uma aposta que Cabo Verde não pode dar-se ao luxo de perder, é a sua galinha dos ovos de ouro.
Convém lembrar que, muitas vezes, a fama conseguida durante uma série de anos se pode perder em meia dúzia de dias, com seríssimas e quase irreversíveis consequências…
Atente-se no caso da Guiné-Bissau que começava a tornar-se um aliciante destino turístico e que os problemas políticos internos, com ridículas guerras e conflitos que degeneraram em tiros e morteiradas, além da destruição de algum do pouco património existente, afastaram a procura turística que começava a tornar-se uma evidência… Não há nem nunca houve motivos para se iniciarem confrontos armados na Guiné-Bissau e, em boa verdade, em qualquer outro país... Porém, no caso da Guiné, dada a necessidade de manter a paz, tranquilidade e ordem públicas, os seus líderes, se fossem governantes dedicados ao seu país, nunca teriam pegado em armas nem que, no entanto, se travassem de razões tão fortes que tivessem de andar à dentada uns aos outros… No entanto, não conseguiram pensar, não conseguiram evitar e agora é tarde.
Cabo Verde por questões históricas com uma relação muito próxima da Guiné, como prova o PAIGC (Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde) do cabo verdiano Amílcar Cabral, deveria aprender e compreender o perigo que constitui um mau passo. Felizmente esse ferrabraz que dá pelo nome de Nino Vieira e que eu considero o pior inimigo da Guiné-Bissau, não tem poder em Cabo Verde. Pelo menos desse perigo, igual ou pior ao paludismo, estão safos…
Surgem notícias de problemas sociais e de segurança na Praia, nomeadamente devidos aos emigrantes repatriados de outros países, é mau sinal, muito mau sinal; surgem também notícias da presença da Polícia Militar na rua, é o exército, o turismo não costuma gostar de ver tropa na rua vestida de camuflado e com armas de guerra, é outro muito mau sinal.
Tudo indica, pois, que as autoridades passam por problemas muito sérios para os quais terão que lidar com muito cuidado e inteligência, se a questão passa por um reforço da segurança interna, esse reforço terá que ser discreto e eficiente e passar também por uma política de sensibilização pública, no sentido de fazer ver à população que os turistas têm que ser intocáveis e sentirem-se seguros e tranquilos, um pouco a mensagem que Cuba conseguiu passar aos seus habitantes e ao mundo. Se assim não for, brevemente, maus tempos se avizinham para Cabo Verde e esse grande manancial que é o turismo poderá acabar. As Canárias ficam perto e não têm problemas desses…