Antecipando-nos à Grécia e ao que os alemões lá querem fazer (cf.DE), o nosso já está feito...
"É MUITO DIFÍCIL QUE NÃO SENDO HONRADOS OS PRINCIPAIS CIDADÃOS DE UM ESTADO, OS OUTROS QUEIRAM SER HOMENS DE BEM; QUE AQUELES ENGANEM E ESTES SE CONFORMEM COM SER ENGANADOS." MONTESQUIEU, De l'Esprit des Lois,I:III,5
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terça-feira, 22 de maio de 2012
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
sábado, 29 de novembro de 2008
Para ajudar a sair da crise...

A propósito da crise e dos crápulas e sanguessugas que por aí pululam e estão a devorar descaradamente este país, quer me parecer que se deveriam tomar sérias medidas para diminuir os custos do estado com esta gente e, desta forma, promover a justiça social. A primeira medida seria estabelecer um tecto máximo para as reformas, considerando que o presidente da república aufere 7 mil e tal euros, prebendas à parte, eu diria que 5 mil euros estaria bem. Bom, mas a novidade seria a introdução da reforma única, isto é, se alguém fosse detentor de uma pensão privada apenas receberia do estado o necessário para perfazer os ditos 5 mil euros, se essas pensões ou reformas ultrapassassem esse valor não receberia nada, já que não precisaria. As reformas deviam ser consideradas como ajudas do estado a quem precisa, não como maná para gulosos.
Simplificando, o estado em caso algum pagaria a quem quer que se aposentasse mais do que 5 mil euros, só o fazendo nos casos em que os titulares dessas reformas não auferissem outros rendimentos, caso em que apenas passava a pagar desse valor até ao montante de 5 mil euros. Exemplo, um fulano, recebia de qualquer fonte 3 mil euros mensais, nesse caso, independentemente do que tivesse direito, o estado apenas lhe pagaria 2 mil, ou seja, e clarissimamente, deixava de ter esse direito.
Um estado pobre e em crise, que pede constantemente o sacrifício dos pobres, não deve sustentar burros a pão-de-ló, que é o mesmo que dizer não deve, desde logo porque está visto que não pode, enriquecer ainda mais os ricos. Falar-me-ão em direitos adquiridos, bem deixariam de o ser, nisso igualando a maioria da população que, constantemente, vê os seus direitos adquiridos a deixarem de o ser… Parece-me ser uma medida tão justa como a variação dos abonos de família consoante o rendimento do agregado familiar. Poder-me-ão dizer que é impraticável. Talvez, mas só o é se não houver vontade política para o fazer, já que, de resto, com o desenvolvimento da informática, se tornou na coisa mais simples do mundo.
Como os exemplos devem vir de cima, proponho, aproveitando as palavras do presidente Aníbal António, que o país se una e todos se sacrifiquem para o bem comum que é a solvabilidade do estado, desde logo, que seja o próprio Aníbal António que comece por dar o exemplo, prescindindo de outras remunerações do estado que não sejam as que aufere pelo exercício da sua função presidencial. A partir daí todos os outros iriam a eito, políticos banqueiros, etc, etc.
Simplificando, o estado em caso algum pagaria a quem quer que se aposentasse mais do que 5 mil euros, só o fazendo nos casos em que os titulares dessas reformas não auferissem outros rendimentos, caso em que apenas passava a pagar desse valor até ao montante de 5 mil euros. Exemplo, um fulano, recebia de qualquer fonte 3 mil euros mensais, nesse caso, independentemente do que tivesse direito, o estado apenas lhe pagaria 2 mil, ou seja, e clarissimamente, deixava de ter esse direito.
Um estado pobre e em crise, que pede constantemente o sacrifício dos pobres, não deve sustentar burros a pão-de-ló, que é o mesmo que dizer não deve, desde logo porque está visto que não pode, enriquecer ainda mais os ricos. Falar-me-ão em direitos adquiridos, bem deixariam de o ser, nisso igualando a maioria da população que, constantemente, vê os seus direitos adquiridos a deixarem de o ser… Parece-me ser uma medida tão justa como a variação dos abonos de família consoante o rendimento do agregado familiar. Poder-me-ão dizer que é impraticável. Talvez, mas só o é se não houver vontade política para o fazer, já que, de resto, com o desenvolvimento da informática, se tornou na coisa mais simples do mundo.
Como os exemplos devem vir de cima, proponho, aproveitando as palavras do presidente Aníbal António, que o país se una e todos se sacrifiquem para o bem comum que é a solvabilidade do estado, desde logo, que seja o próprio Aníbal António que comece por dar o exemplo, prescindindo de outras remunerações do estado que não sejam as que aufere pelo exercício da sua função presidencial. A partir daí todos os outros iriam a eito, políticos banqueiros, etc, etc.
Reparem bem, nada tenho contra os ricos, apenas penso que, se o são, não devem receber apoios do estado porque não precisam…

terça-feira, 30 de setembro de 2008
Este homem nunca mente...

Lusa "O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que as famílias portuguesas com poupanças podem estar tranquilas apesar do actual quadro de crise e elogiou a capacidade de resistências das instituições financeiras nacionais."
As outras, as normais, as que em vez de poupanças têm dívidas que se lixem, quem as mandou tentar comprar casa, terem filhos e não terem emigrado quando eram novos... Pois é, não tiveram juízo agora não se queixem, nós, os poupadinhos, os que conseguimos acumular belos pecúlios ao longo deste anos, não temos nada com isso. Quem é que vos manda não terem três ou quatro reformas, nunca terem estado na assembleia ou no Banco de Portugal? Olhem para o Vítor, para o Aníbal e vejam lá se cheiram a crise???
Ouçam a Manuela, como ela é sábia... com tantos anos de Banco de Portugal... tem é que dizer isto: não se preocupem, não corram a levantar os vossos míseros trocos, senão não só ganho menos como nada garante os meus depósitos... Dois géneros, no caso, obviamente, masculino e feminino, deixando a aplicação ao critério do freguês, mas a mesma boca pastosa e aldrabona... Quem dera que o céu os juntasse e os fizesse muito felizes, no inferno...
Depois, as instituições financeiras após anos a fio a ganhar lucros incomensuráveis não têm problemas em ficar uns tempos a ganharem um pouco menos, da mesma forma que os banqueiros perdoam dívidas aos filhos e amigos sem qualquer problema. Dá para tudo... Os outros... Bem, portanto, nada de preocupante. Nós não vamos ser afectados quem se vai lixar são os pobres...
Confesso não ser accionista nem ter poupanças mas, se as tivesse, já não estariam no banco há muito tempo... Fiem-se na virgem ou, neste caso, no virgem, basta ele dizer uma coisa para se saber logo que a verdade é o contrário... nunca mente, tem é que se fazer a inversão...
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