sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Poema

Creio que no meio de tanta alegria o poeta ainda lhe fará um verso… Proponho já um:

O deputado!

Vem p’ro nosso colo que estás perdoado,
Já tínhamos saudades de ti, aqui…
Sentado!

Neste lugar em que o fado e a bruma,
Fazem esquecer o rabo de Pi,
Esfolado!

Vem que quem te julgou está julgado,
Pensava que podias ser o Bibi,
Lixado!

Conspirai, abusai, mas com ele desligado,
Não percas o riso que ri,
Descarado!

Que aqui já está tudo bem estudado,
E quem manda, afinal, fica aqui,
Provado!



5 comentários:

Pata Negra disse...

Só peço uma cousa
Uma coisa semediz
Ou prendem o pedrosa
Ou prendem o juiz

Não encontro nexo
Que seja o lesado
O desgraçado Estado
Que nem sequer tem sexo

A nata deste país
Não é para julgar nem ser julgada.
Não é democrata nem socialista.
É macónica e xuxalista!

Um abraço desrrimado

Anónimo disse...

Maçónica??? hehe Viva a LOJA dos 300!!!!!!!

Abaixo a trezentaria lusitana!




Viva o Conde Andeiro!

Quink:-) beijos (já levaste mais beijos do que devias... qualquer dia, o processo de osmose vai envenenar-me..hehehe

quink644 disse...

Preciso de ajuda para colocar a parte áudio, isto é, a coisa dita por mim. Não consiguo fazê-lo, podes ajudar-me?

joshua disse...

É impressão minha, ou cortaram-me bonito o pio? Nem sequer consigo aceder à página do Público.

PALAVROSSAVRVS REX

esbulharabos disse...

No momento em que José Sócrates anunciava novos incentivos à maternidade, o Ministério das Finanças divulgava uma circular que limita o direito das mulheres a renovar contratos a prazo durante o período de gozo da licença de maternidade.
Eva é professora contratada há oito anos, tantos quantos adiou o sonho de ser mãe. Julgando-se protegida pelas novas medidas do Governo, decidiu engravidar. O filho tem agora dois meses; ela usufrui, actualmente, do segundo dos cinco meses de licença de maternidade a que tem direito. Mas a situação, afinal, é incompatível. Resultado: perdeu o lugar na escola onde havia sido colocada.
Vivam os gayzolas..