
"É MUITO DIFÍCIL QUE NÃO SENDO HONRADOS OS PRINCIPAIS CIDADÃOS DE UM ESTADO, OS OUTROS QUEIRAM SER HOMENS DE BEM; QUE AQUELES ENGANEM E ESTES SE CONFORMEM COM SER ENGANADOS." MONTESQUIEU, De l'Esprit des Lois,I:III,5
sexta-feira, 18 de julho de 2008
O novo Afonso de Albuquerque…

Bem haja, Senhor Presidente…
Os ciganos são nómadas…

Quanto às armas apreendidas basta consultar-se (aqui) a legislação, para se verificar que elas não podem nem poderiam estar legais, uma vez que esta é extremamente restritiva e dispendiosa, logo não está ao alcance de quem aufere subsídios do Estado para tudo e mais alguma coisa.
A situação é, para mim, bastante clara; fora disto qualquer medida é um insulto aos milhares de pessoas que têm que pagar os seus impostos e as suas coisas com muita dificuldade. Falta é coragem política para a tomar estas medidas, mas coragem é uma palavra que há muito tempo se divorciou da política em Portugal.
Mãos ao ar...

Alguém mente... Quem será?
Cliquem em cima dele para o ouvir ou no link em baixohttp://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={7CD23D14-0DD3-4FB4-A6DC-84CE7AC7C797}
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Só cá faltava este...

Marcelo Rebelo de Sousa: Governo deve nomear comissão para debater nuclear
Já cá faltava este… então, o homem que passa a vida a dar palpites agora não quer palpites? E, vendo bem, o quê que ele está a fazer a não ser dar palpites? Ora, quem palpita que não se devem dar palpites, palpita-me que quer que os dêem em três meses, pois palpita-lhe, que os palpites deviam ser coligidos num livro branco, palpita-lhe, não que não pudesse ser amarelo, palpita-lhe ou verde ou azul, que era outro palpite.
Esteve muito mal: 5 Valores
TELEPHONE - Au coeur de la nuit - 1980
Paroles et Musique: Jean-Louis Aubert/Téléphone 1980 "Au coeur de la nuit"
J'avais un amie / Mais il est parti / Ce sens à ma vie / Il n'est plus en vie / Il m'a tout donné
Puis s'est effacé / Sans me déranger / Et je crois j'ai pleuré / J'ai pleuré
Tout au fond / L'air d'un con / Envie de me cacher / Voudrais bien m' essayer / Voudrais bien continuer, continuer / Un moment, un instant / J'ai cru oublie / En parlant, en marchant /A Paris,à minuit, dans ma ville
Quelques mots perdus /Dans la nuit /Quelques mots qui traînent /A minuit / Quelques mots qui cognent/ Dans la nuit / Mais la nuit ne peut pas entendre
Non la nuit ne peut pas comprendre / C'est à croire, que la nuit n'a pas de cœur / pas de coeur
J'avais une amie / Maintenant c'est fini / Un sens à ma vie / Mais je n'ai plus envie plus envie, / Et j'ai tout donné Pour elle / J'ai tout dépensé / Pour ce souvenir / Ce rêve éveillé, réveillé / Plus un rond
L'air d'un con / Envie de me cacher / Voudrais bien essayer /Voudrais bien continuer, continuer
Un moment, un instant / J'ai cru oublier / En parlant, en marchant / A Paris, à minuit, tout près d'ici
Quelques mots perdus / Dans la nuit / Quelques mots qui traînent / A minuit
Quelques mots qui cognent /Au cœur de la nuit / Mais la nuit ne peut pas entendre
Non la nuit ne peut pas comprendre / C'est à croire, que la nuit / N'a pas de cœur
Vai mas é 24 Anos

Nababo Radioactivo
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Vai para a Europa ou para outro lado qualquer...

Poderia compreender tudo, todas as necessidades de contenção, de poupança, etc, etc. Porém, esses senhores governadores, governantes e presidentes deveriam começar por eles… Ninguém até hoje me conseguiu explicar o porquê desses parasitas sociais acumularem reformas, prebendas e ganharem ordenados e mordomias astronómicas, enquanto pedem aos outros que apertem o cinto… Não pode ser… Não podemos continuar a ser os carneiros que temos sido até agora, não podemos ver esses tipos gozarem connosco impunemente, ainda por cima com todos os negócios mal feitos, derrapados e corruptos donde nunca ninguém sai culpado. Começa a ser tempo de, muito seriamente, mandar à merda estes patifes…
Trust - Antisocial
ANTISOCIAL, Trust, 1980, "Répression
Tu bosses toute ta vie pour payer ta pierre ton tombale,
Tu marches tel un robot dans les couloirs du métro.
Les gens ne te touchent pas, il faut faire le premier pas.
Tu voudrais dialoguer sans renvoyer la balle.
Impossible d'avancer sans ton gilet pare-balles.
Tu voudrais donner des yeux à la justice
Impossible de violer cette femme pleine de vices.
Antisocial, tu perds ton sang-froid.
Repense à toutes ces années de service.
Antisocial, bientôt les années de sévices,
Enfin, le temps perdu qu'on ne rattrape plus.
Ecraser les gens est devenu ton passe-temps.
En les éclaboussant, tu deviens gênant.
Dans ton désespoir, il reste un peu d'espoir
Celui de voir les gens sans fard et moins bâtards.
Mais cesse de faire le point, serre plutôt les poings,
Bouge de ta retraite, ta conduite est trop parfaite
Relève la gueule, je suis là, t'es pas seul
Ceux qui hier t'enviaient, aujourd'hui te jugeraient.
Antisocial, tu perds ton sang-froid.
Repense à toutes ces années de service.
Antisocial, bientôt les années de sévices,
Enfin, le temps perdu qu'on ne rattrape plus.
Tu bosses toute ta vie pour payer ta pierre tombale,
Tu masques ton visage en lisant ton journal,
Tu marches tel un robot dans les couloirs du métro.
Les gens ne te touchent pas, il faut faire le premier pas.
Tu voudrais dialoguer sans renvoyer la balle.
Impossible d'avancer sans ton gilet pare-balles.
Tu voudrais donner des yeux à la justice
Impossible de violer cette femme pleine de vices.
Antisocial, antisocial, antisocial, antisocial...
terça-feira, 15 de julho de 2008
São inadmissíveis as faltas de condições…

Quanto aos ciganos da Apelação, espero que sejam colocados na Quinta da Marinha, pedindo-lhes desculpa e paciência por o Estoril Éden, que vai nascer onde existia o antigo Estoril Sol, e do qual mostro um pormenor da maqueta num post mais em baixo. É inadmissível o que fizeram a essa gente, pelo que compete ao Estado a devida compensação. Os pretos logo se vê, mas não se preocupem que se há-de encontrar uma solução idêntica…
Senhores governantes, o tempo urge, comecem a desalojarem a Quinta da Marinha ou outro local que eles escolham, para aí colocarem os pretos e ciganos que não conseguem viver num sítio onde vivem 2500 pessoas… Francamente, isso deve ter sido uma promessa eleitoral, cumpram-na.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
São antes de mais estes que me preocupam…

domingo, 13 de julho de 2008
Tiros, Políticos e Verdades que ninguém quer dizer…

A questão é realmente complexa e talvez nunca se venha a conseguir resolver por completo, embora fosse muito mais importante canalizar as verbas dos TGVs, Aeroportos novos e outras parvoíces, para a tentar, e isso é possível, minimizar. É preciso coragem política, dinheiro e autoridade do estado e um conjunto severo de medidas, que até são fáceis de importar de outros países… Quanto aos sociólogos, esquerdistas militantes, defensores dos direitos humanos (como se o resto da população não o fosse), etc., teriam uma residência fixa num desses bairros à sua escolha e, lá, poderiam aplicar na prática e no seu habitat natural as suas ideias.
Algumas medidas parecem-me lógicas:
1ª Deportar para os países de origem, sem quaisquer delongas, todos os indivíduos, de nacionalidade estrangeira, inclusive os nascidos em Portugal, envolvidos em ilegalidades bem como os seus dependentes.
2ª Criar um banco de dados digital onde deveriam constar as impressões digitais e todos os dados biométricos considerados relevantes para futura identificação.
3ª Apenas aceitar a entrada de estrangeiros com trabalho e residência previamente asseguradas.
4ª Apenas conceder alojamento social a quem efectivamente o mereça, uma das curiosidades das imagens filmadas no tal bairro social é que grande parte dos automóveis que se vêem são melhores que o meu e do de muitos milhares de portugueses, que não têm qualquer apoio e vivem com a preocupação constante de pagar as prestações e os seus compromissos, logo, quem possui um bom e dispendioso automóvel é porque não necessita que os outros lhe paguem casa, rendimentos mínimos, subsídios e etc. e tal…
5ª Quem estragasse as residências e os bairros em que habita seria, pura e simplesmente, despejado; a sociedade tem o dever de ser solidária mas não tem de ser estupidamente tolerante.
6ª Chamada a intervir numa situação como a verificada, a polícia deveria intervir a tiro, abatendo quem fosse apanhado a disparar. Contra chumbo, chumbo e meio.
7ª Se, como diz um dos intervenientes entrevistado, as suas armas estavam legais, seria necessário saber e culpabilizar quem procedeu à sua legalização, já que a legislação não só é muito clara como muito restritiva.
8ª Os locais a alojar os bairros sociais devem, obviamente, ser dos mais económicos, uma vez que 1000 m2 com vista uma boa vista para o mar, podem chegar a valer o mesmo que 15 ou 20 000m2 localizados em zonas menos apetecíveis. Uma vez mais, a sociedade tem o dever de ser solidária mas tem, igualmente, que manter o respeito pelos interesses alheios. Por exemplo, quando há cerca de 3 anos tive de mudar de casa, porque a família cresceu, não pude ir viver, nem de perto nem de longe para onde queria, mas, tão só, para onde podia… Consultando vários anúncios, fui ver uma casa que me parecia em conta e, ao lá chegar, verifiquei que quase todas as casas, pequenas moradias e apartamentos estavam à venda… estranhei, dei mais uma volta e deparei-me com um bairro social com magnífico aspecto, tão bom que não me importava nada de ir para lá viver. Pois bem, um mês depois das casas terem sido entregues, parecia que se tinha entrado no Iraque… se as pessoas que para cá imigram, sejam quem forem, não têm os nossos padrões sociais, nem vontade de os ter, então devem voltar para onde vieram. Reparem no prejuízo que tiveram as pessoas que deram uma fortuna pelas suas casas e que, por instalarem na proximidade um bairro social com aquele tipo de gente, tiveram que as vender fosse a que preço fosse, só que ninguém já as queria… A não ser, familiares, amigos e sócios desses alojados sociais.
Tudo isto, pode custar muito ouvir, mas não é política social, mas anti-social; em primeiro lugar tem que se olhar aos que cá vivem, trabalham e batalham, muitas vezes arduamente, para conseguir sobreviver. Só depois, se sobrar alguma coisa, para os outros.
sábado, 12 de julho de 2008
Ainda o Irão, Israel e os EUA…

Por outro lado, a guerra no Iraque já vai muito demorada, cinco anos e já bastantes milhares de mortos e feridos americanos, não pareceram resolver, nem melhorar a situação. Ora, a abertura de uma nova frente com um inimigo determinado e fanático, apenas agravaria em muito o estado de coisas. Contudo, se analisarmos com rigor a situação, a solução para ela já há muito escapou das mãos dos americanos, os quais, ainda ensombrados pelo sempre eterno trauma do Vietname, deixaram de ter a capacidade de decisão na área. Esta passou a estar, agora, nos timings israelita e iraniano, pois se qualquer um deles atacar os EUA, que têm muitas dezenas de milhares de homens na região, queiram ou não, serão arrastados imediatamente para o conflito. Vêem-se, pois, nuvens muito negras para os próximos tempos mundiais.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Ainda e sempre os mísseis…

quinta-feira, 10 de julho de 2008
Só resta saber quem e quando…

Para além do que foi exposto, ninguém parece estar a ver com bons olhos o desenvolvimento dos mísseis Shahab, nomeadamente a versão 5 que, com um raio de acção de 6000Km, será capaz de atingir todas as capitais europeias, e qual seria o estado europeu que gostaria ver isso acontecer… Ainda por cima, se aliarmos a tudo isso a continuação do desenvolvimento do seu programa nuclear, o panorama torna-se negro. Mais, se analisarmos friamente as coisas, o Irão não está sob ameaça de ninguém, já que o seu arqui-rival Iraque se encontra a ferro e fogo. Logo, se não é para se defender, para que se quer um exército de um milhão de homens e um investimento colossal em armas senão para atacar? É esta questão principal que devemos colocar… A outra, e não menos importante, é a de saber quem e quando vai fazer o trabalho sujo, se Israel se os EUA.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
Lá vem, outra vez, o polvo...

segunda-feira, 7 de julho de 2008
Porquê que os Sinais exteriores de riqueza não têm controlo automático ou outro pelo Fisco?

É sempre com algum asco que leio este tipo de notícia, chateiam-me profundamente. Se parece haver forma de cruzar dados de uma forma fácil entre o que se declara e o que se tem, então dever-se-ia fazê-lo, nem que se constituísse uma brigada de voluntários fiscais que ganhassem à percentagem… Eu era logo candidato… Adoraria começar pelos deputados e outros cargos engraçados deste país, mas é necessário não nos distrairmos. Como moro em Cascais, nem teria necessidade de me deslocar para o emprego, bastava ir à bomba de gasolina mais próxima e abordar quem estivesse a abastecer um carro superior a 10 000 contos, desculpem lá mas essa coisa dos euros nunca me caiu bem, e dizer-lhe: - Olá, pertenço ao GVFCP (Grupo de Voluntários Ficais Contra a Parasitagem) e queria falar consigo. Que bela máquina o senhor aí tem, vamos lá mostrar-me o que tem em seu nome e o que declara às finanças… Rapidamente se concluiria que o indivíduo ou roubava nas horas vagas ou fugia ao fisco, depois ia à Marina ver os barcos, onde quase nenhum custa menos de 5000 contos, e faria o mesmo, seguindo, para terminar o dia, para o registo predial falar com quem estivesse a registar um imóvel, por aqui há T1s em que 50 000 contos só se for para a entrada… E tinha o dia feito, eu e as finanças…
Porém, sejamos sérios… Não devíamos ficar por aqui, em muitos casos iríamos verificar que o barco de 9 metros, bem como o seu lugar na marina, pertenciam a uma empresa de construção civil… Era a vez de o senhor proprietário explicar para que servia a uma empresa desse tipo a embarcação… para levar ao trabalho os calceteiros marítimos? Ou para ir betonar as ondas ao largo de Cascais? Bom, claro que as explicações não serviam, não é? Depois íamos aos carrinhos… quantos estão em nome da empresa? 6? Mas a empresa nem tem tantos funcionários… e as casinhas, são para servir de armazém? Bom, mas se há o usufruto de tudo isso esse usufruto deve ser tributado como rendimento, não é? O senhor aufere além do ordenado mínimo o usufruto de coisas que são da empresa mas que quem as utiliza é V. Exª, Não é? Bom…então toca a pagar, aliás como tudo o resto que é debitado como custos na contabilidade e que não se consegue explicar, duas empregadas de limpeza a serem pagas por uma empresa que tem um escritório minúsculo? Não pode ser, atrapalham-se… Ajudam a sua mulher nas limpezas lá da casinha? Mas no contracto de trabalho diz que o local é ali e não acolá, logo meu amigo também não serve.
Que belo Portugal teríamos… ao fim de um ano dávamos mais lucro do que a Galp e a Brisa juntas, tornar-nos-íamos o país modelo da Europa e do Mundo. Porquê que isto não se faz? É simples, porque os que mandam é que seriam os lesados e esses têm sempre muito cuidado quando se trata de legislar algo que se possa virar contra eles. É este o problema nacional, não é mais nenhum: uns pagam o que têm e não têm, são sangrados até quase à morte e, os outros, riem de gozo porque têm esquemas para tudo e não pagam nada. Esta é a verdade toda a gente sabe, mas não tem acesso ao poder para inverter a situação, como dizia em “Governo exige mais dividendos às empresas públicas,”quem detivesse o poder e viesse com ideias destas ficaria logo sem ele…
domingo, 6 de julho de 2008
Polícias-espiões e muitos outros a fazer de tudo um pouco, para complementar ordenados que não chegam…

Algumas questões se levantam… desde logo os serviços gratificados… pergunto não serão, em si, já a negação do próprio dever policial? Não serão, desde logo, aceitar que para haver segurança tem que haver dinheiro para pagar a protecção policial que deveria ser paga pelo Estado? Pois claro que sim, qual é a diferença de ser um banco ou um supermercado a pagar ou um detective particular? São várias, em primeiro lugar, e mais grave, o Estado não come nada, pagassem eles boas maquias em impostos a ver se já não era tudo legalizado e fomentado… em segundo, é melhor pago, menos chato e perigoso e não se tem que esperar pelo fim do mês para ver as garras das finanças a devorarem o trabalho de árduas horas… Mas há ainda outra questão não menos grave, se um homem ao fim de oito horas de serviço for fazer mais seis, legais ou não, estará a trabalhar mais do que deve, não podendo, pelo menos ao fim de uns tempos, responder da forma mais eficaz às solicitações que uma profissão difícil e desgastante tem, nem poderá dar o devido apoio à família, nem descansar, etc., etc.
Poder-se-á ser levado a pensar que é um problema dos polícias… Não é, é um problema de um país, em que os salários são tão miseráveis que estas práticas são, não só necessárias, como a própria tutela já conta com elas, o que as legitima… O professor ganha mal? Mas pode dar umas explicações, o amanuense camarário ganha mal? Mas o pato bravo dá-lhe uns trocos para as coisas andarem mais depressa lá dentro, o fiscal ganha mal, mas o mesmo pato bravo completa-lhe o salário para que ele feche os olhos aqui e ali, o jardineiro da câmara ganha mal? Mas depois trata de uns jardinzitos particulares, o empregado de mesa ganha mal? Mas tem as gorjetas e dá umas facaditas no patrão quando este se distrai, o médico atende mal na caixa ou no hospital porque ganha mal? Mas tem o consultório, etc., etc., etc. Todos nós sabemos como as coisas são e ninguém parece ralar-se muito com isso… o pior é que quanto mais se sobe na hierarquia pior é a corrupção e maiores são as verbas a despender… um presidente de câmara, um deputado, um secretário de estado ou um ministro ganham mal? Mas eles não parecem queixar-se, nem viver mal…
Portugal é assim, todos o sabemos. Um país de corruptos e corruptores com salários miseráveis, mas que ‘se vai safando,’ com o velho chavão: isso arranja-se eu falo lá com um gajo… Só que enquanto isto durar e não derem a todos a possibilidade de terem uma vida digna, fruto do seu trabalho, Portugal será um país a fingir, doente e sem qualquer esperança de futuro, encurralado na própria estrutura que criou.
sábado, 5 de julho de 2008
O país que perdeu em tudo
Segunda-feira, 30 de Junho de 2008
Bem sei que as pessoas têm preguiça para ler... Mas este vale a pena... Depois digam-me alguma coisa... Podem ler aqui ou linkar para lá, mas é mais fácil ler aqui.
Um abraço
(NOTA: ESTE TEXTO FOI-ME DITADO A MIM, LOLA CHUPA, PELO ARREBENTA, EXILADO EM CAPRI, ATRAVÉS DE UMA MESA DE PÉ-DE-GALO, IMITAÇÃO ESTILO "QUEEN ANNE")
Para eu vir aqui falar de Futebol, imaginem em que estado de degradação a Coisa já não está... Pois está, e ainda bem que a España ganhou hoje. Não tenho nada de Iberista, sou Europeu, Ocidental, adulto e Zulu, e, por isso mesmo estou felicíssimo com que o País-que-pensa-com-os-pés tenha apanhado um valente pontapé indirecto. O Futebol, coisa que execro, ao mesmo nível dos Gatos Fedorentos, dos carros de alta cilindrada -- e tenho vários que me levam onde eu quiser, é só pedir -- e das produções do Nicolau Breyner, por muito que se queira, ou não queira, é uma das manifestações da cultura popular contemporânea. Acontece que não vai lá com causas naturais nem milagres da fé: vai com trabalho, com uma envolvente que não seja permanentemente nociva e ácida, e não é fruto de um deserto, é o estructo de toda uma maré civilizacional. Não é às finais de Futebol que a España chega, não, a España chega às finais de Ténis, de Dança Artística e de imensas outras modalidades que agora me escapam, e só lá chegou porque levou um valentíssimo virote, desde que o Generalíssimo Franco bateu a bota, pensando que deixava o futuro nas mãos de mais um inapto Bourbon, e para azar dele, o Bourbon não era inapto, e até se chamava Juan Carlos.
No mesmo tempo de integração europeia, a España deu dos mais fantásticos saltos que qualquer novo membro poderia dar: fez o luto com a Direita Extrema, arrumou os crucifixos no seu sítio próprio, as paredes das Igrejas, disse aos Ministros Opus Dei de Franco que tinha cartilhas mais interessantes para se reger, autonomizou-se, tornou cada uma das suas Regiões orgulhosa consigo mesma; montou uma rede de Alta Velocidade, fez as Revoluções Sexuais, pôs no Governo mulheres com ar avançadíssimo e europeu, teve González, que, desculpem-ma lá, mas vai sair, adorava, como eu, bonsais, acatou Aznar, e pô-lo fora, através de um memorável movimento cívico, casou um Príncipe com uma dactilógrafa anoréctica, e aceitou tudo com um sorriso simples, bate-nos nos salários, nos preços, na Cultura, na Pintura (meu deus, o que España já deu à Pintura!...), na Música, na Literatura, no Turismo, em todos os indicadores de qualidade de vida.
O que aconteceu hoje foi a mais vigorosa lição de patriotismo com que poderíamos apanhar nos cornos: finalmente, disseram-nos, preto no branco, que tínhamos falhado em tudo, sobretudo na nossa (deles) última esperança, a Merda do Futebol. Adorei ver as expressões de desilusão pela rua, porque o macho lusitano, mais a sua legítima de bigode, tinham sido atingidos com uma patada subliminar no seu brio. Afinal não bastava deitar os búzios, comprar gel, pagar orgias a putas inglesas, para se esconder a impotência, manter o segredo, os oráculos dos "balneários", os "misteres", os milhões do branqueamento, a fuga ao fisco, os apitos de todas as cores, a arrogância de uma escumalha que não sabe alinhavar a ponta de um discurso, e que, saída da barraca, tem uma tripla acção nociva, e continuada, sobre a nossa sociedade cataléptica: 1) espalhar a ideia de que a barraca pode produzir ouro; 2) que todos nós -- e este "todos" é uma mera generalização literária -- estando, na barraca, muito quietinhos -- poderemos ter, um dia, por obra e graça, direito a uma meia qualquer meia horinha wahroliana de glória; 3) que a barraca tem, afinal, uma função histórica e social, algures entre os Planos da Zona Ribeirinha e os Planos de António Vieira, António Quadros e Fernando Pessoa para a génese do Quinto Império.
A grande mensagem do Futebol, em Portugal, foi que a persistência da Barraca poderia conduzir ao advento do Quinto Império, igual à Jerusalém Celeste, idêntica em comprimento, altura e largura.
Quando vejo passar os "Meninos de Ouro" penso sempre: será que estes meninos de ouro, nos intervalos do seu ócio de meio neurónio e do seu narcisismo, fortemente alimentado por uma sociedade potencialmente homossexual, que não percebe que está a efectuar cópulas mediadas, e mediáticas, com estereótipos de homens com que nunca assumiriam poder sentir desejo, e que leva "as gajas" atrás, para fingir que está tudo bem, será que estes meninos de ouro não poderiam ter feito um pequeno esforço para apagar a Barraca de onde (quase) todos vieram, e erradicar a Barraca do nosso imaginário e penitência históricos?...
Não podem.
Para isso era necessário que soubessem o que era uma Barraca, e isso vai muito além do que poderiam sonhar, e radicaria nos Estóicos, e nas turbulências por eles provocadas em todo o Pensamento Físico e Metafísico futuros. O Atomismo da Barraca. A Barraca é sair dela, como diria Álvaro de Campos, e passar direitinho para um buraco, entre a cona e a baliza, e um par de mamas, de alta cilindrada, cuspindo para o chão, e cuspindo para trás e para o lado, para cima de todos nós, que pagamos este folclore caríssimo, que mais não é do que uma metáfora do desastre presente.
Hoje, dei comigo a olhar para o Velhote, o Aragonês, e a sentir uma enorme simpatia por ele. Parecia, ao nível do pé, Lao-Tsé, e isso é complicado, sobretudo quando pomos a comparação naquela coisa dúbia, pegajosa e venal, que agora foi trabalhar para a Máfia Russa do Chelsea. Máfias, Russas, dinheiros sujos e alternidades, nisso, sim, somos exímios.
Gostei de ver o Rey, e sentir que era uma PRESENÇA, ao contrário do Aníbal, que sempre que aparece, imediatamente traz às memórias da mente e do coração um corropio de anedotas rascas, piores do que a qualidade dos tecidos que a Maria veste. Gostava de saber se Zapatero, ou Asznar, andaram na "Independente", e se se teriam mantido no posto, se tivesse havido um escândalo de diplomas, como houve por cá. O Duque de Féria foi à vida, com o escândalo da Casa Pia de lá, e era Grande de España. Baltazar Garzón foi a Santiago buscar, pelas orelhas, o criminoso Pinochet. A España abriu precedentes de condenação internacional, para criminosos sem fronteiras, e não os coloca na OCDE, ou lhes arranja exílios dourados onde calha.
Portugal é a sombra que se desenha no chão, sempre que a luz da Europa incide, em cheio, no perfil da centrífuga España.
Hoje, num extremo ao outro do quadrado cispirenaico, com todas as suas nacionalidades e tradições, sentiu-se um momento de unidade, e nós apanhámos com as sobras psicanalíticas em cima, e vamos ficar meses a fazer a (in)digestão.
Eu sei que isto já chegava para o texto de hoje, mas quero ainda partir um pouco mais: a China, parca de recursos, e carente de energia, lançou mão a tudo o que pode em Angola, e apoia descaradamente aquele cangalho insolente do Zimbabué, porque só tem a visibilidade que lhe dão. Os últimos a apertarem-lhe a mão foram os dois escroques que a nós, Europeus civilizados, apertam o pescoço: Sócrates e o "Cherne". Disseram-lhe que estava tudo bem, e ele podia continuar, e ele, preto, velho, badalhoco, racista, homófobo, assassino, misógino e todas as outras qualidades que um ser humano pode reunir, acreditou, e passou a sofrer da Síndroma de Saddam: "eles" nunca se atreverão a fazer-me mal... Engano. Aparentemente a Condolezza, outra das nódoas da nossa Contemporaneidade, já lhe tirou o tapete e revelou o verdadeiro jogo: as Potências preparam-se para redesenhar o Mapa-Cor-de-Rosa, de Angola à contra-costa: primeiro, um artolas cantador, que disse que Luanda era governada por criminosos -- espantosa novidade... -- e, agora, ao lado, temos o novo alvo, e só Mozambique está salvaguardada, porque os "Boers", cabelo cenoura e olho azul, foram para lá reconstruir a perdida África do Sul. A China é discreta, mas, ao atacar-se o Mugabe, o tiro é para atingir Pequim, como se no Mundo não houvesse outras prioridades ao nível do Zimbábue.
Infelizmente, neste "Príncipe" alargado, o Príncipe da Baixaria, a lei continua a ser a do toma-lá-dá-cá: levais a Coreia do Norte, que não vale um caracol, e deixou de ser O MAL (!), em troca, nós avançamos pelos recursos africanos. Olha, querida, por que não fazes antes um ensaio geral de indignação na Birmânia, em Darfur nos desgraçados todos de cujas terras já nem me lembro, mas não têm recursos debaixo dos pés?... Esse é o próximo filme, no dia em que, psicanaliticamente, apanhámos um valente pontapé nos colhões. É certo que ficámos sem nada... perdão, errei, ainda temos Fátima, a Mariza, e 93,7% de sucesso nas Provas de Aferição de Matemática, e podemos dedicar-nos a fugir da bomba sem pagar, ao "carjacking" e a inaugurar os fogos-postos nas florestas, que a época oficial abre amanhã. Civilização, suponho eu.
Cinco vezes ao telemóvel dá direito a ficar sem carta

Se falassem de pessoas que têm acidentes graves consecutivamente, que andam em contra-mão, com condução perigosa e historiais desses tudo bem há, de facto, pessoas que deviam não só ter a carta suspensa como, inclusive, serem privados dela, a esses não há nada a fazer, agora aos outros… Tenham juízo…
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Petição do silêncio

quinta-feira, 3 de julho de 2008
O NOVO MUSEU OU A GALERIA DE HORRORES...
Educação inaugura galeria para lembrar os seus quase 100 ministros

quarta-feira, 2 de julho de 2008
Tretas

Parece-me evidente que as empresas cujos dividendos revertam a favor do Estado deveriam entregar-lhe a totalidade dos referidos dividendos, obviamente, a menos que estes fossem devidamente justificados como necessários à sustentabilidade ou viabilidade dos mesmos. Isto é, compreendo que parte dos lucros da CGD ou outras empresas tenham que ser reinvestidos, até porque, a não ser assim, são devorados pelo poço sem fundo do Estado. Contudo, antes de mais ou cada vez mais, o que se deveria fazer era uma verdadeira auditoria aos cargos e mordomias que existem nessas empresas, uma limpeza aos chulos que por lá pululam e às despesas com carros, motoristas, jantaradas e coisas que tais. Com esta limpeza garanto-vos que o sempre inidentificável Estado veria aumentado em muitos milhões de euros mensais as suas receitas. O problema é que ninguém com poder quer fazer isso e por dois motivos: o primeiro é que o lobby dos tachos é tão forte, que quem o tentasse fazer ficaria logo sem o dito poder e, segundo, é que, bem vistas as coisas, eles a família e os amigalhaços acabam, também, por ir também comer à gamela. Estes são os verdadeiros problemas e os grandes dividendos das empresas do Estado que dão para tudo...
terça-feira, 1 de julho de 2008
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Cretinos mandam tribunal fechar Blogue e acham que assim resolvem o problema…

Infelizmente, em Portugal continua a vigorar a censura cinzenta imposta pelos mais cinzentos dos nossos concidadãos, os políticos, e, quanto mais baixa é a sua inteligência e a sua segurança, menor é a capacidade de compreender que os tempos mudaram e que eles já não mandam nos jornais lá da santa terrinha como faziam antigamente. Fecham o povoaonline e imediatamente surge o povoaoffline, se o voltarem a fechar surgirá o povoaredline, povoasuperline ou outro qualquer…
Sai-lhe o tiro pela culatra… Convido, pois, os meus ilustres amigos e visitantes a irem saudar o novo blogue http://povoaoffline.blogspot.com/ e a deixarem lá os vossos comentários… Talvez assim os Alberto Joões deste país comecem a entender que os tempos mudaram… É preciso que lhes penteemos a cabeça…
30.06.2008, Ana Cristina Pereira
Tribunal dá razão a autarcas da Póvoa de Varzim em processo por difamação contra desconhecidos que os acusavam de corrupção
Ordem das Varas Cíveis de Lisboa emitida a 13 de Maio
http://jornal.publico.clix.pt/ edição impressa p.12
Blogues: Autarca da Póvoa de Varzim admite pedir fecho de blogue que substitui outro encerrado pelo tribunal
30 de Junho de 2008, 10:56
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/300d8c73b24746a3e5a777.html
domingo, 29 de junho de 2008
sábado, 28 de junho de 2008
A minha saudação aos espanhóis com desejo de sorte para o mudial de futebol...
Se preferirem a versão civilizada, em estúdio...
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Consulta Pública EDP - POR FAVOR DIGAM-ME QUE É MENTIRA!

Mas afinal parece que eles vão mesmo pôr isto em prática a não ser que haja muitas reclamações.
Aqui vai o link do Jornal de Negócios para verem que é verdade,
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=FIX_COMENTARIOS&id=320248&idCom=9
Esta cambada pretende pôr os cidadãos comuns e bons pagadores, a pagar as dívidas acumuladas por caloteiros clientes da EDP (e dos ladrões de electricidade que fazem as puxadas directas dos postes), num total de 12 milhões de euros e, para o efeito, a entidade reguladora está a fazer uma consulta pública que encerra a 7 de Julho. Em função dos resultados desta consulta será tomada uma decisão. Esta consulta não está a ser devidamente divulgada nem foi publicitada pela EDP, pelo menos que eu saiba. A DECO tem protestado, mas o processo é irreversível e o resultado desta consulta irá definir se a dívida é ou não paga pelos clientes da EDP. A DECO teme que este procedimento pegue e se estenda a todos os domínios da actividade económica e a outras empresas de fornecimento de serviços (EPAL, supermercados, etc.). Basta enviar um e-mail com a nossa opinião, o que também pode ser feito por fax ou carta.
Há que agir rapidamente, expressar veementemente o nosso repudio a tal procedimento, porque de contrário, como diz a expressão popular “quem cala, consente”.
Só hoje é que soube desta ignomínia…
POR FAVOR
Enviem o texto (que está aqui em baixo) para o E-mail indicado. E divulguem!!!! O máximo que puderem.
Pelo presente e na qualidade de cidadão e de cliente da EDP, num Estado que se pretende de Direito, venho manifestar e comunicar a V. Exas. a minha discordância, oposição e mesmo indignação relativamente à "proposta" – que considero absolutamente ilegal e inconstitucional – de colocar os cidadãos cumpridores e regulares pagadores a terem que suportar também o valor das dívidas para com a EDP por parte dos incumpridores.
Com os melhores cumprimentos,
Enviar para: http://fr.mc262.mail.yahoo.com/mc/compose?to=consultapublica@erse.pt
Como não educar um filho...

1- Comece na infância a dar o seu filho tudo o que ele quiser. Assim, quando crescer, ele acreditará que o Mundo tem a obrigação de lhe dar tudo o que ele deseja.
2- Quando ele disser nomes feios, ache graça. Isso fá-lo-á sentir-se interessante.
4- Arrume tudo o que ele desarrumar: livros, sapatos, roupas. Faça-lhe tudo para que aprenda a atribuir aos outros toda a responsabilidade.
5- Discuta com frequência na presença deles. Assim não ficará muito chocado quando o lar se desfizer mais tarde.
6- Dê-lhe todo o dinheiro que quiser.
9- Quando ele se meter em alguma complicação séria, desculpe-se, dizendo que nunca o conseguiu dominar. E, finalmente...
O Mundo precisa de gente de bem e a responsabilidade também é nossa.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Bem-vindos ao mundo real...

Confesso que li sem grande surpresa a notícia de que dois juízes tinham sido agredidos em pleno tribunal. Quem conhece, minimamente, os tribunais, salvo algumas excepções, não estão preparados para efectuarem julgamentos com o mínimo de condições quer de higiene, segurança, comodidade e, consequência de tudo isto e de tudo o que fica por dizer, de dignidade. Grande parte, senão a maior, não confere o mínimo de dignidade à aplicação da Justiça. Não é hoje tempo de falar em outras lacunas com elas, e com os seus actores, relacionadas e, se calhar, ainda bem, pois não devemos misturar alhos com bugalhos…
Não conheço as instalações da Feira, mas as que conheço chegam-me bem para afirmar com conhecimento de causa o que digo. Calor atroz, chuva e humidade, promiscuidade total, degradação completa dos edifícios, etc, etc. Em termos de segurança, com excepção dos casos muitos especiais, pura e simplesmente não existe… É só. Qualquer indivíduo, em 90% dos casos, pode agredir juízes e outros intervenientes, incluindo arguidos, testemunhas e Cia. Lda, com mais facilidade do que fora dos tribunais, já que ali estão mesmo à mão de semear…
Ora, assim, a justiça não é nem pode ser justiça… Quando os principais responsáveis pela justiça neste país, inclusive juízes, dizem que o assunto é grave fico estupefacto… Meus caros e, se for o caso, meritíssimos senhores, o caso não é grave, é muitíssimo grave e exige uma reflexão muito séria de todos nós, não pode ser, os políticos a viver em luxos asiáticos e o resto dos trabalhadores do estado a trabalhar em condições infra-humanas… Vejamos as coisas como eles as vêem: que respeito é que me merece um gajo que está para ali vestido de uma forma esquisita, com um palavreado que não se entende e está mesmo à mão de levar um estalo ou com uma cadeira nos cornos? Polícias? Com a contenção que tem havido, só maninhos somos mais do que o dobro deles, além que, possivelmente, melhor armados. Logo, estão mesmo a pedi-las…
Em vez do quartel de Bombeiros requisitem o gabinete do presidente da câmara, do governo civil e por aí… Podia dizer muito mais coisas… apenas algo se repete na minha mente: Bem-vindos ao mundo real… Ao dos professores, dos polícias, dos funcionários das finanças, das autarquias, dos médicos, etc, etc, etc. Sejam bem-vindos e não se admirem, se V.Exªs que têm o poder não tomarem medidas mesmo muito sérias, então, isto não só se vai repetir como multiplicar e, exponencialmente, nos outros, em casos que, depois, V.Exªs perdoam, compreendem e absolvem. Nesse caso, todas as que caírem fora, são perdidas… Temos, todos, de começar a dizer: por não estarem reunidas as condições mínimas, não julguei, não leccionei, não consultei, não aceitei, etc, etc,.
Bem-vindos ao mundo real…
Governo tem de assinar os jornais...

Um erro crasso…

quarta-feira, 25 de junho de 2008
Sócrates, o Mugabe da Europa…

Análise da sondagem/votação sobre as cuecas do Sócrates
de lã de vidro
4 (4%)
de lixa grossa
10 (12%)
de vidro moído colado em pano
65 (79%)
normais
3 (3%)
Votos até o momento: 82 Enquete encerrada
Em 2850 visitas
Imagem roubada de http://ocavalodedomjose.blogspot.com/2007/07/o-fim-do-mundo-em-cuecas.htmlCostuma-se dizer, quando se apanha uma molha daquelas bem grandes, que foi daquelas em que a água nos chegou até às cuecas… A ideia original de molha, rapidamente pode, e assume, várias nuances, como encharcanço, baldada ou banhada. Neste caso, a questão parece-me prender-se mais com a última ideia… a banhada. Ninguém gosta de as levar, por isso é que elas são banhadas e não banhos, algo de pacífico, higiénico e cordato. Todavia, da análise que podemos fazer deste pequenos inquérito resultam alguns aspectos muito interessantes:
1º Os portugueses não gostam de votar…. Não custava nada carregar na possibilidade x, y ou z, porém, a maior parte dos meus ilustres visitantes não se deram a esse trabalho. Pura e simplesmente ignoraram o assunto… quiçá estejam de tal forma calcinados e desconfiados que já não consigam mais do que votar ao simples desprezo, o acto de votar; afinal de contas, parece não servir para nada, já que tudo ficará na mesma.
2º Os portugueses não se interessam por lingerie masculina, pois tanto lhes parece fazer cuecas deste ou de outro material. Sobre esse aspecto não se manifestam.
3º Parece haver 4% de votantes que desconhecem o que é lã de vidro e quais os seus efeitos, quando em contacto com as peles humanas… Se o soubessem, possivelmente, teria uma opção com muito mais adeptos, já que, ao contrário do vidro moído, produz efeito quer o indivíduo se mexa ou não, causando uma irritação profundíssima que é um misto de dor, comichão e incómodos inexplicáveis. Não se deve, pois, subestimar as potencialidades da lã de vidro na confecção do vestuário íntimo dos nossos governantes…
4º A Lixa Grossa era uma espécie de pequena armadilha feita por mim. Como sabem, se não nos mexermos a lixa, grossa ou fina, não nos afecta, pelo que é uma falsa questão, pois ter-se-ia que supor que o nosso Pinto de Sousa faria alguma coisa para ser lixado… Ora, como sabemos, é prática assente neste jardim florido à beira mar plantado, os nossos governantes não se mexerem, isto é, nada fazerem senão produzirem falsas promessas que não exigem mais do que movimentos de boca, pelo que também não é por aí que o gato vai às filhoses… Aqui caíram 12% dos votantes, acham que o homem algum dia pensou, sequer, mexer-se para mudar alguma coisa? Santa ingenuidade, para se fazer pior não é preciso mais do que deixar as coisas seguirem o seu rumo. Quando correm nas sarjetas as águas fétidas e putrefactas sabem encontrar o seu caminho natural para o esgoto…
5º Cuecas normais… aqui confesso que fiquei baralhado. 3 votantes escolheram esta opção e fiquei sem saber se a escolheram por saberem, sei lá, que o Joselito usa boxers, pelo que seria indiferente o tipo de cuecas que usa; se por se terem enganado a clicar, se a ler, se estão mesmo convencidas que o homem deve ter uma lingerie normal. Não sei. Não sei, ainda, se não será o celebrado espírito português de estar sempre do contra.
6º A larga maioria, quase 80%, opinaram que todas as miudezas e partes íntimas do nosso Pinóquio transmontano, do Porto, o que prova que a mentira nasceu com ele ou ele com a mentira, deveriam andar rodeadas de vidros cortantes e pontiagudos, com o objectivo de, desta forma, lhe provocarem uma ínfima parte da dor que merece… Como creio ter demonstrado em cima tal se deveu ao logro em que caíram, pois o que é incómodo e penoso para o parasita não é o cão que coçar-se mas, tão só não ter o que sugar. Assim, nada afecta aquele que ou não se mexe, ou usa boxers ou coisa nenhuma… talvez a tanga… é, também, outra hipótese…
7º Assim como assim, se estivesse na pele dele, não gostaria de ver ir a votos não aquilo que nos trama, mas aquilo que poderia um dia ter que vestir se fosse dada à maioria a possibilidade de aconchegar tão recônditas partes. Mesmo do que está no escuro e no mais recôndito dele ninguém parece gostar.
domingo, 22 de junho de 2008
Conversas da Beira Rio...
Óptima ideia, está combinado, ponha-se rapidamente a notícia a correr por aí e vão ver como vai tudo começar a olhar para outro lado… então a malta do Norte, carago! Aquilo é que vai ser…
Mas… e o dinheiro para isso tudo? Então, mas não vês que são só necessários uns trocos para uns estudos feitos pela malta amiga e a coisa morre por ali… E a praia com ondas artificiais… então, mas não anda não sei quem lá para o Norte a procurar utilizar a energia das ondas? E nós vamos aqui gastá-la para as fazer? Deixa lá, mais lucros tem a EDP, eh! eh! eh! E enterrar Alcântara, não é aquele sítio cravejado de viadutos provisórios há nem sei quantos anos? Não se lembrarão que para abrir um buraquinho no Terreiro do Paço foi o que foi, quanto mais Alcântara? Não é indecoroso sugerir que o Beato cavalgue a Madredeus? E 25 anos? Mas isso é uma obra de regime… era boa era para o Salazar, mas parece que já morreu, e o tempo da legislatura do governo está a acabar e o da câmara também não é eterno…
Porra que é estúpido! Não dás mesmo para a política… se não fosses filho de quem és que sabe o que sabe, que é dos nossos e a quem nós devemos tantos favores, ias já para os disponíveis… Bom, mas assim, arranjem lá ao gajo qualquer cargozito bem pago e ele que se deixe ficar por lá… Ah! Não se esqueçam de colocar uma cláusula de rescisão elevadíssima e uma pensãozita vitalícia…
E o cuzinho lavado com água de malvas, também não querem?

Federação do Táxi apresenta reivindicações para atenuar efeito do aumento dos combustíveis
21.06.2008 - 17h26
Por Lusa
A dedução total do IVA na compra de viaturas é uma das 14 medidas aprovadas hoje pela Federação Portuguesa do Táxi (FPT) para atenuar o efeito do aumento do preço dos combustíveis, que serão agora enviadas ao Governo.Durante a reunião nacional da FPT, o presidente do organismo, Carlos Ramos, apresentou como "reivindicações urgentes" a introdução imediata do gasóleo profissional, a dedução total e automática do IVA (Imposto sobre o Valor Acrescentado) na compra de táxis e a majoração em 150 por cento do IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas) com efeitos já este ano. O congelamento das taxas de imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) durante os próximos três anos, a abolição das taxas pagas anualmente ao Instituto Português da Qualidade (no valor de 30 euros por táxi) e a criação de uma linha de crédito com juros bonificados pelo prazo de seis anos, destinada exclusivamente à aquisição de táxis movidos a energias alternativas, foram outras das medidas apresentadas. A FPT reivindica também a criação de um subsídio a fundo perdido no valor de quatro mil euros para aquisição de novos táxis movidos a energias alternativas e o reembolso do imposto automóvel sempre que novos táxis sejam adaptados a gás natural e GPL. O reembolso anual do pagamento especial por conta, que actualmente apenas pode ser solicitado ao final de três anos, junta-se à lista de reivindicações da federação, que integra ainda propostas de alteração à legislação laboral. "Caso o Governo não aceite as medidas de discriminação positivas propostas, não restará outra saída aos profissionais senão antecipar as negociações destinadas à revisão dos preços, por forma a que a nova convenção, que terminaria no final do ano, entre em vigor em Agosto", afirmou o presidente da federação.













