sábado, 26 de julho de 2008

E ainda bem...


Algumas vítimas da atitude racista e fascista da GNR...


As não notícias agradam-me… e agradam-me na medida em que, a partir delas, podemos inferir o que está por detrás do motivo que as originou. O assunto da Quinta da Fonte tem vendido bem, está a esmorecer e a questão do racismo é um assunto que vende e dá sempre que falar. Agora foram buscar uma portaria respeitante à GNR, datada de 1985, que choca toda a gente por se considerar que é racista, abusivo e discriminatório, fazer buscas, às caravanas, leia-se carroças ou outros meios, sempre que se suspeite de algo ilícito… Vêm os representantes dos ciganos dizer que é racismo, logo não devem ser revistados; até os representantes da própria GNR, dizerem que a lei é racista e fascista e que não a deveriam cumprir porque são contra ela…
Pois bem, se os ciganos não devem ser menos que os outros cidadãos, igualmente não devem ser mais, que é normalmente o que acontece, dar-se-lhe mais tolerância por serem ciganos e por, facilmente, resistirem por desacatos… e isto em todo o lado… Depois, aos GNRs e outras forças da ordem pública não se lhes pede que opinem sobre as leis mas, tão só, que as façam cumprir.Finalmente, eu, como estou certo que muitos milhares de portugueses, já fui mandado parar na minha viatura, ainda por cima sem qualquer suspeita, aleatoriamente, e depois de verem os documentos, revistaram-me o carro… Diversas vezes… Nunca me ralei com isso, porque ando dentro da lei e não tenho nada a temer, porém não me lembro de ouvir o GNR dizer-me, desculpe lá, eu sei que isto é fascista e racista, mas tenho mesmo que lhe revistar o carro… soprar no balão, ser revistado, passado por raio X, apalpado, etc., etc., etc. Por isso, tenham juízo e pensem bem antes de dizerem ou escreverem baboseiras..
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Outras vítimas da atitude racista e fascista da GNR...
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É engraçado...



Há coisas admiráveis… Parece que Mário Soares terá dito ontem em Sesimbra que: "Não podemos é pensar que a política serve para ganhar a vida, fazer negócio ou lobby"… A sério, o Dr. Soares, o político de sempre, o homem que nunca fez outra coisa além da política, o chefe do clã Soares, onde colocou o filho e quem muito bem quis, que ao que eu saiba também nada mais fez do que política a não ser, claro, viver de rendimentos familiares, como aliás o Dr. Mário já tinha feito com o Dr. João… São mais que faladas as muitas relações desta família com numerosos e conhecidos lobbys, nacionais e internacionais, que têm sido amiúde propaladas pelos media pelo que não me compete, nem preciso, de falar sobre elas… Bem, vir dizer isto, é a prova de que a agudeza de espírito do Dr. Soares já viu melhores dias, pois deveria, não sei o contexto em que foi inserido, contornar, evitar ou fazer de conta que não tinha ouvido…
Quanto ao Obama, se ganhar como tudo parece indicar que aconteça, poderá, aparentemente, mudar alguma coisa, mas desengane-se quem pensa que os EUA vão mudar…

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Caetano Veloso Podres Poderes

Diana Damrau /Magic Flute (Queen of Night Aria) / Mozart

Canibais Não Obrigado!

CANIBAIS NÃO OBRIGADO



O nosso Zé veio dizer que gostava que esta cimeira da CPLP ficasse conhecida como a cimeira da língua, seguiu-se o nosso Aníbal a falar do mundo globalizado e do activo que é a afirmação da língua, blá, blá, blá…
Já que não fui convidado, gostaria de dizer a esses nefelibatas que se não esquecessem de dois aspectos, para mim, tão essenciais como a língua, que aliás, no meu entender, já lá vai, connosco atrás dela e não ao contrário, mas isso são outras conversas. Esses dois aspectos são em primeiro lugar os direitos humanos, em toda a sua abrangência, o que passa também, para lá da liberdade de expressão, participação, existência condigna e Cia Lda, de não roubar descaradamente o povo como fazem alguns desses sacripantas que para aqui estão, com especial relevo para o Eduardo dos Santos…
O outro aspecto, creio que ainda é mais razoável de pedir… Não tragam para cá fulanos que, além de ditadores, ladrões, corruptos como o Eduardo dos Santos, ainda são canibais… Não é pedir muito, senão qualquer dia a CPLP fica conhecida como Canibais Parasitas de Língua Portuguesa… Porcaria já lá há muita, não é preciso mais. Até aceito que não falem nestes assuntos, pois já é costume fazerem de conta que não vêem… Agora, pelo menos, mandem os canibais embora…

Limpeza Étnica

Já tendo escrito bastante sobre o assunto e não estando, como não poderia deixar de ser, concordantes com o bom senso que, aqui e ali, vai aparecendo, deixamos mais um texto chegado por e-mail, apenas com o autor e sem outras referências e que, mesmo lamentando o facto, aqui fica. (Como a pontuação, no que respeita aos parágrafos vinha formatada, optei por deixar ficar sem nenhum)


Limpeza étnica
O homem, jovem, movimentava-se num desespero agitado entre um grupo de mulheres vestidas de negro que ululavam lamentos. "Perdi tudo!" "O que é que perdeu?" perguntou-lhe um repórter. "Entraram-me em casa, espatifaram tudo. Levaram o plasma, o DVD a aparelhagem..." Esta foi uma das esclarecedoras declarações dos auto desalojados da Quinta da Fonte. A imagem do absurdo em que a assistência social se tornou em Portugal fica clara quando é complementada com as informações do presidente da Câmara de Loures: uma elevadíssima percentagem da população do bairro recebe rendimento de inserção social e paga "quatro ou cinco euros de renda mensal" pelas habitações camarárias. Dias depois, noutra reportagem outro jovem adulto mostrava a sua casa vandalizada, apontando a sala de onde tinham levado a TV e os DVD. A seguir, transtornadíssimo, ia ao que tinha sido o quarto dos filhos dizendo que "até a TV e a playstation das crianças" lhe tinham roubado. Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul. É inexplicável num país de economias domésticas esfrangalhadas por uma Euribor com freio nos dentes que há famílias que pagam "quatro ou cinco Euros de renda" à câmara de Loures e no fim do mês recebem o rendimento social de inserção que, se habilmente requerido por um grupo familiar de cinco ou seis pessoas, atinge quantias muito acima do ordenado mínimo. É inaceitável que estes beneficiários de tudo e mais alguma coisa ainda querem que os seus T2 e T3 a "quatro ou cinco euros mensais" lhes sejam dados em zonas "onde não haja pretos". Não é o sistema em Portugal que marginaliza comunidades. O sistema é que se tem vindo a alhear da realidade e da decência e agora é confrontado por elas em plena rua com manifestações de índole intoleravelmente racista e saraivadas de balas de grande calibre disparadas com impunidade. O país inteiro viu uma dezena de homens armados a fazer fogo na via pública. Não foram detidos embora sejam facilmente identificáveis. Pelo contrário. Do silêncio cúmplice do grupo de marginais sai eloquente uma mensagem de ameaça de contorno criminoso - "ou nos dão uma zona etnicamente limpa ou matamos." A resposta do Estado veio numa patética distribuição de flores a cabecilhas de gangs de traficantes e auto denominados representantes comunitários, entre os sorrisos da resignação embaraçada dos responsáveis autárquicos e do governo civil. Cá fora, no terreno, o único elemento que ainda nos separa da barbárie e da anarquia mantém na Quinta da Fonte uma guarda de 24 horas por dia com metralhadoras e coletes à prova de bala. Provavelmente, enquanto arriscam a vida neste parque temático de incongruências socio-políticas, os defensores do que nos resta de ordem pensam que ganham menos que um desses agregados familiares de profissionais da extorsão e que o ordenado da PSP deste mês de Julho se vai ressentir outra vez da subida da Euribor.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Celtic Woman / Chloe Agnew - Ave Maria - Schubert

Parecem escolhidos a dedo…




O nosso Zé vai desencantá-los aos sítios mais bizarros e cada vez de melhor qualidade, uma coisa é certa e devemos fazer-lhe justiça, ele tem mesmo jeito para se relacionar bem com malfeitores… Após o rol, que num post atrás enunciei, ainda um está a levantar voo, já outro está a chegar, neste caso, Teodoro Obiang Nguema, mais um dos tiranos e corruptos ladrões que pululam por África explorando o seu povo, que morre da doença e da fome, enquanto as fortunas destes malandretes engorda brutalmente a cada dia que passa. Parece que está na moda esta corja vir pavonear-se a Portugal, ou o nosso Zé ir lá fora lutar pela vida, como se isto fosse um covil de ditadores, aliás, não sei se terá sido por acaso que o nosso amigo disse ao Chávez para se sentir em casa… O que, ao que consta, já o próprio Hugo tinha dito que se sentia, só não sei se se puseram os dois em pantufas a queixarem-se dos joanetes e dos calos que os malditos sapatos de cerimónia fazem…
Mas, ainda voltando ao Obiang, vejamos de quem se trata… está considerado como um dos mais ricos presidentes e está no poder desde 1979, após ter chefiado um golpe de estado que derrubou o seu tio, o sanguinário Macias Nguema (parece ser de família) que ele mandou matar, continuou a governar o país como o titio e é suspeito de quase tudo, desde o assassínio ao tráfico de droga, passando pelo canibalismo… Quem o conhece bem são os espanhóis e, quando viu que ninguém o recebia em Espanha, o rei, o Zapatero, nenhum ministro, nem sequer um porteiro, apesar de ser o dia do seu país na Expo de Zaragoza, decidiu vir até cá falar com o zequinha que recebe toda a gente e, pelos vistos, parece que gosta. Porém, uma vez que vimos o artista, convém ver o seu povo, para se ter uma ideia do que se fala...

Em primeiro plano as crianças, confiantes no futuro próspero que as espera graças às enormes jazidas de hidrocarbonetos do país e, em segundo plano, o novo conceito de habitação social que, se calhar, vem a Portugal apresentar como solução para a crise habitacional e para o problema dos ciganos de Loures. É este simpático ditador que nos visita e que receberá os sorrisos e quem sabe festinhas do nosso Zé. Vamos lá ver se ele não lhe come uma orelha... ou outra coisa...

quarta-feira, 23 de julho de 2008

A Constatação de um facto

Recebido por e-mail





A Constatação de um facto !!!

Quando o Papa Paulo VI veio a Portugal, vivíamos em ditadura, sendo Presidente do Conselho o Senhor Prof. Doutor Oliveira Salazar. O Papa perguntou-lhe qual o motivo de ter tantos ministros, obtendo a seguinte resposta: Santidade, Jesus tinha 12 apóstolos, eu tenho 12 ministros. Agora, quando o Papa Bento XVI visitar Portugal e perguntar ao primeiro-ministro, Senhor Aaahh, Eng. Engeh Engenheiro, adiante, para quê 40 ministros e secretários de estado, este, certamente, responderá: Bem, Santidade... Ali Babá tinha 40 ladrões, NÃO É VERDADE...???


Dois em Um...



Cada vez se torna mais difícil compreender o mundo em que vivemos e os malvados que o governam, gostaria de lhes chamar estúpidos mas não o são, são maus… Esta ideia de armar o doido do Chávez e de se instalarem armas tácticas no continente americano é um retrocesso de cinquenta anos, só pode significar não só que os donos do mundo precisam de ser substituídos como, e era o meu conselho, internados num jardim zoológico com armas de brincar a quem nós, quando quiséssemos, poderíamos ir ouvir as suas baboseiras e os seus discursos inflamados e atirar alguns amendoins…
Apesar de só compreender a instalação de anti-mísseis no centro da Europa como fruto da estupidez que representa a sujeição do povo americano à pressão do lobby armamentista dos EUA, que se fosse à Rússia pura e simplesmente ridicularizava, gozava e ignorava, uma vez que não têm poder ofensivo, pelo que, para quem não deseja atacar é indiferente, da mesma forma que se o meu vizinho da frente começasse a proteger a sua casa com vidros à prova de bala, grades, barras de ferro e outras coisas do género, nada me afectaria, pois não tenciono atirar-lhe pedradas. Quanto muito, sugerir-lhe-ia que procurasse um psiquiatra e lhe contasse os seus temores… Seria o que eu faria no caso da Rússia, mas eu não sou o Putin...




O caso do Chávez é diferente, está a comprar armas ofensivas e armas muito complicadas de explicar o interesse da sua posse, para que as quer? E mais, para quê estender as bases Russas ao continente americano o que só traz instabilidade e, aumentando a paranóia e o medo atávico dos EUA aos latinos, só dará ainda mais força e argumentos ao lobby armamentista? É difícil compreender que o petróleo consiga transformar um louco como o Chávez em alguém que se recebe e com quem se fala… Bem razão tinha, e continua a ter, o rei de Espanha, já que foi a única coisa sensata que ouvi dizer e que se deveria dizer a um homem daquela estirpe…
O nosso Zé anda a coleccionar amigos e visitas entre a pior escória do mundo… Mugabe, Eduardo dos Santos, Kadafy, Chávez, etc. Pergunto: estará o homem a tentar aprender alguma coisa? Não tem vergonha? Se há interesses económicos não pode mandar um ministro, não se expondo a essas intimidades confrangedoras? Ou gosta e está a aprender e aí bastava-lhe ir à Madeira que era mais perto? Não sei. O que sei é que se ele é tão amigo do Chávez como quer passar a ideia que é, dever-lhe-ia dizer ao ouvido: Chávez, filho, não sejas parvo e deixa-te de merdas estúpidas. Se queres bases estrangeiras e belicistas na Venezuela nós enviamos-te um grupo de ciganos que cá temos que são uma maravilha… Isto sim, era de homem e era o dois em um…



terça-feira, 22 de julho de 2008

A Solução é fácil...

Basta que alguém se dê ao trabalho de lhes ensinar o significado deste

A Alternativa à merda, merda é.... Vou para Espanha...

Vejam lá se adivinham ou quando eu era rapazote...

A DERROTA DAS MAIORIAS

Recebido por e-mail




X

Reencaminhem para atingir os 140 000 mil professores e educadores e todos aqueles que têm algum interesse na educação em Portugal...
A DERROTA DAS MAIORIAS
O governo governa com a maioria e não com as manifestações da Rua, diz o Sr. Primeiro-ministro. É verdade, se o PS não tivesse a maioria, o Governo nunca teria tido a coragem de insultar os professores, nem de aprovar o novo estatuto da carreira docente, que é um insulto a quem presta tão nobre serviço à Nação.
Já foi votada no Parlamente por três vezes a suspensão do novo estatuto da carreira docente e das três o PS votou contra essa suspensão. As maiorias só favorecem os poderosos, as classes trabalhadoras que produzem riqueza saem sempre a perder. É fácil para quem tem vencimentos chorudos vir à televisão pedir para que apertemos o cinto.
Colegas, chegou o momento de ajustar contas com o PS. Se este partido tivesse menos de 1% dos votos expressos nas últimas eleições, não teria a maioria e nunca teria tido a coragem de promover esta enorme afronta aos professores. Somos 150.000, o equivalente a 3% dos votos nacionais expressos. Se nas próximas eleições, que são dentro de um ano, todos os professores votarem em massa em todos os partidos excepto no PS, este partido nunca mais volta a ter a maioria e será a oportunidade soberana de devolver ao Sr. Sócrates as amêndoas amargas que ofereceu aos professores.
Colegas, quem foi capaz de ir do Minho, Trás-os-Montes, Algarve, Madeira e Açores a Lisboa, também consegue nas próximas legislativas dirigir-se à sua assembleia de voto e votar a derrota do PS. Em Portugal há partidos para todos os gostos, quer à direita quer à esquerda do PS, é só escolher, maiorias nunca mais. Os professores, para além de terem a capacidade de retirarem a maioria ao PS, têm a capacidade de o derrotar, basta para isso que os professores convençam metade dos maridos ou mulheres, metade dos seus filhos maiores, metade dos seus pais e um vizinho a não votar PS e já são mais de 500.000 que foram os votos que o PS teve a mais que a oposição.
Os professores estão pela primeira vez unidos, esta união é para continuar, e têm uma ferramenta poderosa ao seu alcance, a Internet, que nos põe em contacto permanente uns com os outros. Senão vejamos, esta mensagem vai ser enviada a cinco colegas. Se cada um dos colegas enviar a mais cinco dá 25. Se estes enviarem a mais cinco dá 125. Se estes enviarem a mais cinco dá 625. Se estes enviarem a mais cinco dá 3.125. Se estes enviarem a mais cinco dá 15.625. Se estes enviarem a mais cinco dá 78.125. se este enviarem a mais cinco dá 390.625, isto é, o dobro dos professores que há em Portugal.
À sétima vez que esta mensagem for reenviada todos os colegas ficarão a saber a informação que ela contém.Começou oficialmente a campanha eleitoral dos professores contra o PS:
'VOTA À DIREITA OU À ESQUERDA! NÃO VOTES PS!


Corruptos

e

Corruptores


segunda-feira, 21 de julho de 2008

É triste…


Vamos ver… Sr. Ministro, Vamos ver…




Esta é a prova clara que os ciganos não têm nada de parvos… Ao fim de uma semana a pensar lá encontraram o tipo de linguagem que o governo entende, que poderíamos resumir na velha e conhecida fórmula: ou, ou senão… Para mais, é sabido o espírito gregário e unido da etnia cigana quando estão em causa este tipo de situações, sabem que os outros virão, aliás, aproveitarão para fazer festas, negócios e, estou em crer, que mesmo alguns casamentos serão acordados. Locais há muitos, como o jardim da câmara de Loures não chega, deverão escolher o Parque Eduardo VII, muito mais central e arborizado, com tudo ali à mão.
Aprenderam com os camionistas, com os táxis e aqueles que eu tenho descrito como os que vão tendo algum poder reivindicativo neste país, têm, de preferência, de falar mal o português, serem peludos e broncos, dizerem palavrões, arrotarem alto e cheirarem mal… É este o novo figurino do panorama sócio-reivindicativo português, agora com a introdução de uma pequena, mas não despicienda nuance, que eu presumo venham ainda dar mais colorido à coisa: as bestas (para além das Ford Transit, claro) e as revoadas de crianças, sujas, ranhosas e fugidias, acompanhadas dos berros lancinantes das mães…
Diz o ruizinho que não cede… Vamos ver… Sr. Ministro, vamos ver… Se tivesse feito o que diz que vai fazer, já não haveria ninguém acampado num jardim público...

domingo, 20 de julho de 2008

The Stranglers Walk On By HQ 70s 1978

Será a Guerra...


Os iranianos parece que não querem negociar... Se for realmente essa a sua posição é porque querem a guerra e vão tê-la. Israel não pode, pelo que nunca deixará, as potências vizinhas terem tecnologia nuclear. Assim, serão forçados a optar pelo mal menor, que é atacarem o mais breve possível, enquanto parece viável fazê-lo com armamento convencional.
Creio que se lerem os outros três textos que escrevi sobre o assunto perceberão...
Um regime como o do Irão só se sustém assim, a guerra é para eles necessária... Um estado como o de Israel, não pode deixar de a fazer sob pena de desaparecer. Portanto, tudo se conjuga para a eminência de mais um muito grave conflito, desta com resultados de perdas humanas e económicas imprevisíveis.Textos : 1 Só resta saber quem e quando… 2 Ainda e sempre os mísseis… 3 Ainda o Irão, Israel e os EUA…

sábado, 19 de julho de 2008

O Cherne e Berlusconi...


Diz-me com quem andas dir-te-ei quem és...
"Com mais de um ano de mandato pela frente, o ex-primeiro-ministro português ainda não se tinha pronunciado sobre uma possível recandidatura ao cargo, mas obteve já o apoio público de alguns líderes europeus, como Hans-Gert Poettering, presidente do Parlamento Europeu, Nicolas Sarkozy, Presidente francês, Silvio Berlusconi, primeiro-ministro italiano, e José Luís Zapatero, presidente do Governo espanhol."

Faz bem o Papa, faz bem...

Bento XVI

Desculpas e vergonha do Papa devido aos padres pedófilos australianos.

Hoje às 12:19 (TSF)

O Papa Bento XVI manifestou, este sábado, em Sidney a sua «vergonha» relativamente aos abusos sexuais cometidos por padres australianos e apresentou as suas desculpas às vítimas.O Papa sublinhou perante os bispos e seminaristas australianos «a vergonha que todos sentiram devido aos abusos sexuais sobre menores por parte de certos padres e religiosos desta nação».Bento XVI manifestou-se «profundamente desolado com o sofrimento a que as vitimas foram sujeitas» e assegurou que «partilha desse sofrimento».Esta frase, acrescentada pelo Papa ao texto distribuído aos órgãos de comunicação social, corresponde ao pedido de desculpa reclamado por algumas vítimas.O Papa sublinhou que as «más acções» praticadas por membros do clero «devem ser condenadas sem qualquer ambiguidade».«As vítimas devem receber compaixão e cuidado e os responsáveis pelo mal devem ser levados à justiça», acrescentou Bento XVI.O Papa encontra-se na Austrália por ocasião das Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), reunião planetária de jovens católicos este ano organizada em Sidney.Na Austrália, 107 padres e religiosos católicos foram já condenados pela justiça por agressões sexuais ou violações, segundo Broken Rites, uma associação de defesa das vítimas. Outros julgamentos estarão ainda em curso.



Quando a idiotia grassa…



Não há nada a fazer quando quem governa o faz a pensar em votos e não com a cabeça… Vão lá alimentem-nos bem, coloquem um médico e uma enfermeira de piquete, duas carrinhas de polícias, uma cozinha e um hospital de campanha, façam marchas da paz, rezem e pintem murais (aliás isso não me parece necessário, uma vez que eles o fazem naturalmente)… Que se lixem os milhares de sem-abrigo, que pululam por todo o distrito de Lisboa e um pouco por todo o país, os quais, certamente, precisariam muito mais disso do que esses e seriam mais agradecidos.
Mas está bem, é a política do burgo. Enquanto se desviarem a atenção do media para essas coisas não se fala nas outras… tudo é política… e em política vale tudo…

Paciência, azar deles…




Caso Maddie
Britânicos não querem revelar identidade de referenciados por pedofilia no Algarve

Pois nem de propósito… numa altura em que se fala para aí (e por aqui) tanto dos ciganos, chegou a vez dos ingleses, que não querem isto ou aquilo, mas depois já querem e mandam dois cães, depois levam os cães e a pistas, depois os cães voltam, mas das pistas e resultados nada, depois isto e aquilo, etc. Agora não querem que se divulguem os nomes dos pedófilos ingleses a residir em Portugal… Não querem? Mas isto não é a Inglaterra, aqui o seu querer deveria valer tanto como o kilt do Carlos, o tal que foi trocado por um egípcio porque julgava que a mulher, depois dele fazer o que quis, ia fazer renda para um convento lá perdido nas brumas. O que tem que valer é o querer da justiça portuguesa, sim eu sei o que estão a pensar, mas ainda assim é o que me parece.
Pessoalmente, creio que essa lista com dezenas de pedófilos ingleses devia ter sido logo divulgada. Se era uma intromissão na vida privada dos tipos? Sim era, e depois? Aos pedófilos ingleses, alemães, belgas e sejam quais forem que estejam identificados claramente como tal, no meu entender, deveria ser aplicado rigorosamente o mesmo tratamento que noutro dia sugeri para os pretos, ciganos (que aliás neste aspecto estão culturalmente bem melhor do que nós) ou o quem quer que seja… que não seja oriundo de cá e que por aqui esteja a chatear e causar problemas. Voltem para a vossa terra, merda já cá temos muita… Alegam que não fizeram cá nada? Pois bem, a polícia que os massacre até fazerem, esteja constantemente a ver-lhes os documentos, os carros, para onde vão, o que fazem, etc; até que se sintam cá tão mal como se sentiam nos seus países, que tiveram de abandonar pela mesma razão. Como vêem nada do que eu penso se prende com racismo, mas com pragmatismo e bom senso.
O que não presta não faz cá falta, logo deve ir embora.

Adenda: Prefiro dezenas de pedófilos chateados a fazer perigar a segurança e o direito a uma vida condigna de uma só criança, seja portuguesa, inglesa, cigana, preta ou o que for...


Segunda adenda: Se for português para mim é igual... eis um bom exemplo: aqui

sexta-feira, 18 de julho de 2008

New colors of Iraq?


O novo Afonso de Albuquerque…




O nosso bom presidente da república quer acabar com os guetos étnicos, qual Afonso D’Albuquerque de Boliqueime, se calhar, vai declarar os casamentos inter-étnicos…
Bem haja, Senhor Presidente…

Os ciganos são nómadas…



O carácter nómada dos ciganos é-lhes, por assim dizer, estruturalmente intrínseco, pelo que é mais que compreensível que queiram mudar de lugar, querem devolver aquelas casas e ir para outro sítio, em rigor, montar novo acampamento. Ora, acontece que, como já tenho escrito e repetido várias vezes, a sociedade tem o dever de ser solidária mas, da mesma forma, tem igualmente o dever de não ser estupidamente tolerante… Ora, este é um caso que configura o estupidamente tolerante, a não sei quantas famílias foram dadas casas, estragaram-nas, criaram mau ambiente e vizinhança e agora querem outras? A única resposta de uma sociedade responsável e social só pode ser: vão à merda! Se não querem o que vos foi dado há quem queira, quanto a vós, peguem nas vossas coisas e desenrasquem-se, como não sei e não quero saber; tão só saberia que quem violasse a lei sofreria as consequências… Por exemplo, acampar na via pública é proibido, portanto, dar-lhes-ia um prazo findo o qual a polícia faria o seu trabalho.
Quanto às armas apreendidas basta consultar-se (aqui) a legislação, para se verificar que elas não podem nem poderiam estar legais, uma vez que esta é extremamente restritiva e dispendiosa, logo não está ao alcance de quem aufere subsídios do Estado para tudo e mais alguma coisa.
A situação é, para mim, bastante clara; fora disto qualquer medida é um insulto aos milhares de pessoas que têm que pagar os seus impostos e as suas coisas com muita dificuldade. Falta é coragem política para a tomar estas medidas, mas coragem é uma palavra que há muito tempo se divorciou da política em Portugal.

Mãos ao ar...

Cavaco Silva pede aos portugueses para "não baixarem os braços" perante a crise...


Assim, podemos ser assaltados à vontade: pelos ladrões, pelo fisco, pelas multas, pelos subsídios, pelos gastos sumptuosos dos governantes, etc, etc, etc...
Sempre se poupa o esforço de estar constantemente a levantá-los, além do mais, num contexto mais sério, sempre se pode pedir melhor a clemência divina...

Alguém mente... Quem será?


FMI garante que principais problemas da economia portuguesa são domésticos

"A deterioração do ambiente económico global está a limitar a retoma portuguesa, mas os problemas fundamentais da economia são domésticos: défice externo e público elevados, endividamento muito alto das famílias, empresas e Estado e um substancial diferencial de competitividade", lê-se num documento publicado ontem.
Um dos dois Mente... Quem será o FMI ou o Nababo radioactivo

Cliquem em cima dele para o ouvir ou no link em baixo

http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={7CD23D14-0DD3-4FB4-A6DC-84CE7AC7C797}

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Só cá faltava este...



Discussão não pode ser feita "na base de palpites"
Marcelo Rebelo de Sousa: Governo deve nomear comissão para debater nuclear


Já cá faltava este… então, o homem que passa a vida a dar palpites agora não quer palpites? E, vendo bem, o quê que ele está a fazer a não ser dar palpites? Ora, quem palpita que não se devem dar palpites, palpita-me que quer que os dêem em três meses, pois palpita-lhe, que os palpites deviam ser coligidos num livro branco, palpita-lhe, não que não pudesse ser amarelo, palpita-lhe ou verde ou azul, que era outro palpite.
Esteve muito mal: 5 Valores

TELEPHONE - Au coeur de la nuit - 1980

Paroles et Musique: Jean-Louis Aubert/Téléphone 1980 "Au coeur de la nuit"

J'avais un amie / Mais il est parti / Ce sens à ma vie / Il n'est plus en vie / Il m'a tout donné
Puis s'est effacé / Sans me déranger / Et je crois j'ai pleuré / J'ai pleuré
Tout au fond / L'air d'un con / Envie de me cacher / Voudrais bien m' essayer /
Voudrais bien continuer, continuer / Un moment, un instant / J'ai cru oublie / En parlant, en marchant /A Paris,à minuit, dans ma ville
Quelques mots perdus /Dans la nuit /Quelques mots qui traînent /A minuit / Quelques mots qui cognent/ Dans la nuit / Mais la nuit ne peut pas entendre
Non la nuit ne peut pas comprendre / C'est à croire, que la nuit n'a pas de cœur / pas de coeur

J'avais une amie / Maintenant c'est fini / Un sens à ma vie / Mais je n'ai plus envie plus envie, / Et j'ai tout donné Pour elle / J'ai tout dépensé / Pour ce souvenir / Ce rêve éveillé, réveillé / Plus un rond
L'air d'un con / Envie de me cacher / Voudrais bien essayer /Voudrais bien continuer, continuer
Un moment, un instant / J'ai cru oublier / En parlant, en marchant / A Paris, à minuit, tout près d'ici

Quelques mots perdus / Dans la nuit / Quelques mots qui traînent / A minuit
Quelques mots qui cognent /Au cœur de la nuit / Mais la nuit ne peut pas entendre
Non la nuit ne peut pas comprendre / C'est à croire, que la nuit / N'a pas de cœur

Quem dá mais... Quem dá mais...

Hospital de Cascais


GRANDES NEGÓCIOS, GRANDES NEGOCIAÇÕES...

Desenho grátis para a melhor T-Shirt do Verão...


Vai mas é 24 Anos

José Sócrates chega hoje a Luanda para visita oficial de 24 horas

Fazes cá uma falta como a viola no enterro, vê mas é se te mudas para lá
de vez que o Zé Eduardo é um gajo porreiro e da tua laia...
Olha, Faz Boa Viagem...

Nababo Radioactivo


Já que gostas tanto vai para Chernobyl passar férias e leva a família e os

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Vai para a Europa ou para outro lado qualquer...



Poderia compreender tudo, todas as necessidades de contenção, de poupança, etc, etc. Porém, esses senhores governadores, governantes e presidentes deveriam começar por eles… Ninguém até hoje me conseguiu explicar o porquê desses parasitas sociais acumularem reformas, prebendas e ganharem ordenados e mordomias astronómicas, enquanto pedem aos outros que apertem o cinto… Não pode ser… Não podemos continuar a ser os carneiros que temos sido até agora, não podemos ver esses tipos gozarem connosco impunemente, ainda por cima com todos os negócios mal feitos, derrapados e corruptos donde nunca ninguém sai culpado. Começa a ser tempo de, muito seriamente, mandar à merda estes patifes…

Trust - Antisocial

ANTISOCIAL, Trust, 1980, "Répression


Tu bosses toute ta vie pour payer ta pierre ton tombale,
Tu marches tel un robot dans les couloirs du métro.
Les gens ne te touchent pas, il faut faire le premier pas.
Tu voudrais dialoguer sans renvoyer la balle.
Impossible d'avancer sans ton gilet pare-balles.
Tu voudrais donner des yeux à la justice
Impossible de violer cette femme pleine de vices.
Antisocial, tu perds ton sang-froid.
Repense à toutes ces années de service.
Antisocial, bientôt les années de sévices,
Enfin, le temps perdu qu'on ne rattrape plus.
Ecraser les gens est devenu ton passe-temps.
En les éclaboussant, tu deviens gênant.
Dans ton désespoir, il reste un peu d'espoir
Celui de voir les gens sans fard et moins bâtards.
Mais cesse de faire le point, serre plutôt les poings,
Bouge de ta retraite, ta conduite est trop parfaite
Relève la gueule, je suis là, t'es pas seul
Ceux qui hier t'enviaient, aujourd'hui te jugeraient.
Antisocial, tu perds ton sang-froid.
Repense à toutes ces années de service.
Antisocial, bientôt les années de sévices,
Enfin, le temps perdu qu'on ne rattrape plus.
Tu bosses toute ta vie pour payer ta pierre tombale,
Tu masques ton visage en lisant ton journal,
Tu marches tel un robot dans les couloirs du métro.
Les gens ne te touchent pas, il faut faire le premier pas.
Tu voudrais dialoguer sans renvoyer la balle.
Impossible d'avancer sans ton gilet pare-balles.
Tu voudrais donner des yeux à la justice
Impossible de violer cette femme pleine de vices.
Antisocial, antisocial, antisocial, antisocial...

terça-feira, 15 de julho de 2008

São inadmissíveis as faltas de condições…


O momento em que escrevo antecede, apenas em alguns minutos, o telefonema que vou fazer para a Câmara Municipal do sítio onde habito para que me venham servir a casa a refeição e já lhes perdoo o não me terem vindo trazer o pequeno-almoço, pois a culpa foi minha, já que devia saber que existiam esses serviços camarários. Como, para além disso, a casa onde habito é minha, não só a câmara não me subsidia nada como ainda tenho que lhe pagar e bem, quero o meu menu reforçado e ao meu gosto… Qualquer coisita de marisco, com um bom vinhito branco a acompanhar, se não estiver fresco volta para trás, e tem que ser servido às 13 horas TMG, uma vez que é a hora a que gosto de almoçar.
Quanto aos ciganos da Apelação, espero que sejam colocados na Quinta da Marinha, pedindo-lhes desculpa e paciência por o Estoril Éden, que vai nascer onde existia o antigo Estoril Sol, e do qual mostro um pormenor da maqueta num post mais em baixo. É inadmissível o que fizeram a essa gente, pelo que compete ao Estado a devida compensação. Os pretos logo se vê, mas não se preocupem que se há-de encontrar uma solução idêntica…
Senhores governantes, o tempo urge, comecem a desalojarem a Quinta da Marinha ou outro local que eles escolham, para aí colocarem os pretos e ciganos que não conseguem viver num sítio onde vivem 2500 pessoas… Francamente, isso deve ter sido uma promessa eleitoral, cumpram-na.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

São antes de mais estes que me preocupam…


Trinta e cinco por cento dos portugueses pobres têm emprego
Estes relatórios que surgem amiúde no nosso país, revelam-nos quão mal tratamos os nossos concidadãos e dever-nos-iam fazer perceber que devem ser estes os alvos prioritários das políticas sociais. Sobretudo estes que trabalham, muitas vezes, duramente para apenas continuarem ser os pobres para quem ninguém liga, ninguém dá casas, subsídios e todas essas regalias, que nada exigem e que não têm carros caríssimos e dispendiosos estacionados à porta de casa como certos parasitas que andam para aí aos tiros. Limitam-se a ser pobres calados e trabalhadores, por isso ninguém os vê, ninguém se lembra deles para nada, a não ser que precise…

domingo, 13 de julho de 2008

Tiros, Políticos e Verdades que ninguém quer dizer…



Analisar acontecimentos e temas como os tiros do bairro não sei quantos e da habitação social é, politicamente, tão perigoso e escorregadio que, depois de se ouvir os políticos escutados sobre o assunto, é fácil perceber que ninguém quer tomar posições, propor soluções, nem falar muito. O motivo é muito simples: trata-se de um tema politicamente inconveniente em que qualquer posição tem custos óbvios. Assim, é preferível pôr cara de caso e falar sem dizer nada, aliás uma das especialidades dos verdadeiros políticos.
A questão é realmente complexa e talvez nunca se venha a conseguir resolver por completo, embora fosse muito mais importante canalizar as verbas dos TGVs, Aeroportos novos e outras parvoíces, para a tentar, e isso é possível, minimizar. É preciso coragem política, dinheiro e autoridade do estado e um conjunto severo de medidas, que até são fáceis de importar de outros países… Quanto aos sociólogos, esquerdistas militantes, defensores dos direitos humanos (como se o resto da população não o fosse), etc., teriam uma residência fixa num desses bairros à sua escolha e, lá, poderiam aplicar na prática e no seu habitat natural as suas ideias.
Algumas medidas parecem-me lógicas:
1ª Deportar para os países de origem, sem quaisquer delongas, todos os indivíduos, de nacionalidade estrangeira, inclusive os nascidos em Portugal, envolvidos em ilegalidades bem como os seus dependentes.
2ª Criar um banco de dados digital onde deveriam constar as impressões digitais e todos os dados biométricos considerados relevantes para futura identificação.
3ª Apenas aceitar a entrada de estrangeiros com trabalho e residência previamente asseguradas.
4ª Apenas conceder alojamento social a quem efectivamente o mereça, uma das curiosidades das imagens filmadas no tal bairro social é que grande parte dos automóveis que se vêem são melhores que o meu e do de muitos milhares de portugueses, que não têm qualquer apoio e vivem com a preocupação constante de pagar as prestações e os seus compromissos, logo, quem possui um bom e dispendioso automóvel é porque não necessita que os outros lhe paguem casa, rendimentos mínimos, subsídios e etc. e tal…
5ª Quem estragasse as residências e os bairros em que habita seria, pura e simplesmente, despejado; a sociedade tem o dever de ser solidária mas não tem de ser estupidamente tolerante.
6ª Chamada a intervir numa situação como a verificada, a polícia deveria intervir a tiro, abatendo quem fosse apanhado a disparar. Contra chumbo, chumbo e meio.
7ª Se, como diz um dos intervenientes entrevistado, as suas armas estavam legais, seria necessário saber e culpabilizar quem procedeu à sua legalização, já que a legislação não só é muito clara como muito restritiva.
8ª Os locais a alojar os bairros sociais devem, obviamente, ser dos mais económicos, uma vez que 1000 m2 com vista uma boa vista para o mar, podem chegar a valer o mesmo que 15 ou 20 000m2 localizados em zonas menos apetecíveis. Uma vez mais, a sociedade tem o dever de ser solidária mas tem, igualmente, que manter o respeito pelos interesses alheios. Por exemplo, quando há cerca de 3 anos tive de mudar de casa, porque a família cresceu, não pude ir viver, nem de perto nem de longe para onde queria, mas, tão só, para onde podia… Consultando vários anúncios, fui ver uma casa que me parecia em conta e, ao lá chegar, verifiquei que quase todas as casas, pequenas moradias e apartamentos estavam à venda… estranhei, dei mais uma volta e deparei-me com um bairro social com magnífico aspecto, tão bom que não me importava nada de ir para lá viver. Pois bem, um mês depois das casas terem sido entregues, parecia que se tinha entrado no Iraque… se as pessoas que para cá imigram, sejam quem forem, não têm os nossos padrões sociais, nem vontade de os ter, então devem voltar para onde vieram. Reparem no prejuízo que tiveram as pessoas que deram uma fortuna pelas suas casas e que, por instalarem na proximidade um bairro social com aquele tipo de gente, tiveram que as vender fosse a que preço fosse, só que ninguém já as queria… A não ser, familiares, amigos e sócios desses alojados sociais.
Tudo isto, pode custar muito ouvir, mas não é política social, mas anti-social; em primeiro lugar tem que se olhar aos que cá vivem, trabalham e batalham, muitas vezes arduamente, para conseguir sobreviver. Só depois, se sobrar alguma coisa, para os outros.

Ininputáveis?

Inimputáveis?



sábado, 12 de julho de 2008

Sem Comentários




Ainda o Irão, Israel e os EUA…



Se tiverem seguido os posts que tenho escrito sobre o assunto, verificarão que, ainda dentro do campo político-militar, falta considerar um último aspecto que é o facto das tropas iranianas e americanas estarem dos lados opostos da mesma fronteira, isto é, nada garante que o Iraque não possa ser atacado, mesmo por via terrestre convencional, pelos iranianos… Seria uma loucura? Bom, com este tipo de regimes já se viram cometer loucuras maiores e, para além disso, um conflito deste tipo traria, necessariamente, avultadíssimas baixas iranianas, o que, por estranho que possa parecer, viraria a comunidade internacional mais contra os EUA do que contra o Irão, sendo que para os iranianos estas não teriam significado nenhum.
Por outro lado, a guerra no Iraque já vai muito demorada, cinco anos e já bastantes milhares de mortos e feridos americanos, não pareceram resolver, nem melhorar a situação. Ora, a abertura de uma nova frente com um inimigo determinado e fanático, apenas agravaria em muito o estado de coisas. Contudo, se analisarmos com rigor a situação, a solução para ela já há muito escapou das mãos dos americanos, os quais, ainda ensombrados pelo sempre eterno trauma do Vietname, deixaram de ter a capacidade de decisão na área. Esta passou a estar, agora, nos timings israelita e iraniano, pois se qualquer um deles atacar os EUA, que têm muitas dezenas de milhares de homens na região, queiram ou não, serão arrastados imediatamente para o conflito. Vêem-se, pois, nuvens muito negras para os próximos tempos mundiais.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Ainda e sempre os mísseis…



Ao analisar-se este tipo de notícias e de argumentos cremos que, para o fazermos com algum rigor, é necessária a presença ao nosso lado de um mapa da região. Ora, efectivamente, a Rússia tem razão, já que não existem a leste o que se possa designar por estados párias, mas tão só a Bielorrússia, a Ucrânia e a Rússia… Nessa medida, a Turquia, a Grécia e a Itália estão numa posição muito mais privilegiada e até exposta do que propriamente a República Checa e a Polónia, em que não se vislumbra, para o efeito, qualquer interesse e, aliás, se o houvesse, este já teria sido divulgado e explicado, o que em bom rigor não seria preciso porque facilmente se perceberia.
O que leva, pois, os EUA a quererem colocar um escudo anti-míssil tão a Norte é, para além da pressão do seu lobby armamentista, de facto, um retrocesso no processo de desanuviamento iniciado com a queda do muro de Berlim, mas e porquê? Qual o interesse de semear radares e anti-mísseis pela Europa de Leste? Obviamente que directamente penso que nenhum, mas, se voltarmos a olhar para o mapa, reparamos que a Rússia, se quiser responder ao guarnecimento militar desses dois países, terá que a perder a Sul, nos territórios entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, onde nunca deixou de ter problemas e que é uma zona de grande interesse para os EUA já que é a zona mais importante para o controle da rota do petróleo do Mar Cáspio. Portanto, parece-me que temos aqui um gato escondido, com o rabo de fora…

T.G. QUÊ?


quinta-feira, 10 de julho de 2008

Discursos reais...

Sócrates anuncia “passe escolar” e triplica alunos beneficiários da acção social

Só resta saber quem e quando…


A história tem-nos mostrado que Israel, nos seus sessenta anos, apenas tem sobrevivido garças ao seu poderio militar, aos seus serviços de informação e à sua aliança com os EUA, fruto do enorme poder que o lobby judaico detém. Nos últimos dias, temos assistido a um gradual aumento de exibição de poder militar por parte do Irão e, estranhamente, Israel também o fez, já que o seu modo natural de agir é atacar primeiro e avisar depois, desde logo porque o seu espaço físico não lhe permite outro tipo de guerras que não sejam ofensivas, uma vez que não tem para onde recuar. Se analisarmos a situação na região, temos a Síria, que não tem reagido aos ataques preventivos de Israel, o Iraque, que se encontra invadido e em guerra civil, o Egipto, que está muito mais preocupado no estabelecimento de boas relações com o Ocidente, a Jordânia, que como habitualmente não tem qualquer peso e o resto dos países árabes que, encabeçados pela Arábia Saudita, não só temem, talvez mais do que todos o Irão, como sabem que a sua segurança está nas mãos dos EUA e, ironia das ironias, do próprio estado de Israel. Olha-se para o mapa e não se vê mais nada, já que na própria Líbia, Kadafy anda a dar palmadinhas nas costas de Sarkozy.
Para além do que foi exposto, ninguém parece estar a ver com bons olhos o desenvolvimento dos mísseis Shahab, nomeadamente a versão 5 que, com um raio de acção de 6000Km, será capaz de atingir todas as capitais europeias, e qual seria o estado europeu que gostaria ver isso acontecer… Ainda por cima, se aliarmos a tudo isso a continuação do desenvolvimento do seu programa nuclear, o panorama torna-se negro. Mais, se analisarmos friamente as coisas, o Irão não está sob ameaça de ninguém, já que o seu arqui-rival Iraque se encontra a ferro e fogo. Logo, se não é para se defender, para que se quer um exército de um milhão de homens e um investimento colossal em armas senão para atacar? É esta questão principal que devemos colocar… A outra, e não menos importante, é a de saber quem e quando vai fazer o trabalho sujo, se Israel se os EUA.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

Porque é o post nº 100, vai uma prenda...

Uma prenda

Lá vem, outra vez, o polvo...



Ainda ninguém está certo do que deve fazer, seja a respeito do que fôr, aeroporto, TGV, terceira ponte, etc., etc., já começam as promessas... Milhões para isto, milhões para aquilo, pensões e subvenções para acoli e acolá e o povo, embrutecido, ignorante e estúpido lá vai, cantando e rindo atrás do flautista de Hamelim... Não há nada a fazer... Eu moro em Cascais, fiquei desiludido por o aeroporto não vir para Tires. O quê que me vão dar? Eu e a Maria até já estávamos a pensar comprar uma furgoneta de venda de sandes de coiratos para os avionautas que chegassem e agora nada? Queremos investimento, queremos... bem é indiferente, o que pedirmos agora dão-nos...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Porquê que os Sinais exteriores de riqueza não têm controlo automático ou outro pelo Fisco?



É sempre com algum asco que leio este tipo de notícia, chateiam-me profundamente. Se parece haver forma de cruzar dados de uma forma fácil entre o que se declara e o que se tem, então dever-se-ia fazê-lo, nem que se constituísse uma brigada de voluntários fiscais que ganhassem à percentagem… Eu era logo candidato… Adoraria começar pelos deputados e outros cargos engraçados deste país, mas é necessário não nos distrairmos. Como moro em Cascais, nem teria necessidade de me deslocar para o emprego, bastava ir à bomba de gasolina mais próxima e abordar quem estivesse a abastecer um carro superior a 10 000 contos, desculpem lá mas essa coisa dos euros nunca me caiu bem, e dizer-lhe: - Olá, pertenço ao GVFCP (Grupo de Voluntários Ficais Contra a Parasitagem) e queria falar consigo. Que bela máquina o senhor aí tem, vamos lá mostrar-me o que tem em seu nome e o que declara às finanças… Rapidamente se concluiria que o indivíduo ou roubava nas horas vagas ou fugia ao fisco, depois ia à Marina ver os barcos, onde quase nenhum custa menos de 5000 contos, e faria o mesmo, seguindo, para terminar o dia, para o registo predial falar com quem estivesse a registar um imóvel, por aqui há T1s em que 50 000 contos só se for para a entrada… E tinha o dia feito, eu e as finanças…
Porém, sejamos sérios… Não devíamos ficar por aqui, em muitos casos iríamos verificar que o barco de 9 metros, bem como o seu lugar na marina, pertenciam a uma empresa de construção civil… Era a vez de o senhor proprietário explicar para que servia a uma empresa desse tipo a embarcação… para levar ao trabalho os calceteiros marítimos? Ou para ir betonar as ondas ao largo de Cascais? Bom, claro que as explicações não serviam, não é? Depois íamos aos carrinhos… quantos estão em nome da empresa? 6? Mas a empresa nem tem tantos funcionários… e as casinhas, são para servir de armazém? Bom, mas se há o usufruto de tudo isso esse usufruto deve ser tributado como rendimento, não é? O senhor aufere além do ordenado mínimo o usufruto de coisas que são da empresa mas que quem as utiliza é V. Exª, Não é? Bom…então toca a pagar, aliás como tudo o resto que é debitado como custos na contabilidade e que não se consegue explicar, duas empregadas de limpeza a serem pagas por uma empresa que tem um escritório minúsculo? Não pode ser, atrapalham-se… Ajudam a sua mulher nas limpezas lá da casinha? Mas no contracto de trabalho diz que o local é ali e não acolá, logo meu amigo também não serve.
Que belo Portugal teríamos… ao fim de um ano dávamos mais lucro do que a Galp e a Brisa juntas, tornar-nos-íamos o país modelo da Europa e do Mundo. Porquê que isto não se faz? É simples, porque os que mandam é que seriam os lesados e esses têm sempre muito cuidado quando se trata de legislar algo que se possa virar contra eles. É este o problema nacional, não é mais nenhum: uns pagam o que têm e não têm, são sangrados até quase à morte e, os outros, riem de gozo porque têm esquemas para tudo e não pagam nada. Esta é a verdade toda a gente sabe, mas não tem acesso ao poder para inverter a situação, como dizia em “Governo exige mais dividendos às empresas públicas,”quem detivesse o poder e viesse com ideias destas ficaria logo sem ele…

domingo, 6 de julho de 2008

Polícias-espiões e muitos outros a fazer de tudo um pouco, para complementar ordenados que não chegam…







Das coisas que me parece serem mais tristes e perversas em Portugal é estarmos constantemente a querer esconder o Sol com a peneira. Vem na sequência de se ter noticiado que uns polícias estariam a trabalhar para detectives privados, algo que, como é noticiado era do conhecimento de todos, apenas foi, agora, noticiado; ao que parece por motivo de uma denúncia motivada pela inveja de não conseguirem todos fazer o mesmo.
Algumas questões se levantam… desde logo os serviços gratificados… pergunto não serão, em si, já a negação do próprio dever policial? Não serão, desde logo, aceitar que para haver segurança tem que haver dinheiro para pagar a protecção policial que deveria ser paga pelo Estado? Pois claro que sim, qual é a diferença de ser um banco ou um supermercado a pagar ou um detective particular? São várias, em primeiro lugar, e mais grave, o Estado não come nada, pagassem eles boas maquias em impostos a ver se já não era tudo legalizado e fomentado… em segundo, é melhor pago, menos chato e perigoso e não se tem que esperar pelo fim do mês para ver as garras das finanças a devorarem o trabalho de árduas horas… Mas há ainda outra questão não menos grave, se um homem ao fim de oito horas de serviço for fazer mais seis, legais ou não, estará a trabalhar mais do que deve, não podendo, pelo menos ao fim de uns tempos, responder da forma mais eficaz às solicitações que uma profissão difícil e desgastante tem, nem poderá dar o devido apoio à família, nem descansar, etc., etc.
Poder-se-á ser levado a pensar que é um problema dos polícias… Não é, é um problema de um país, em que os salários são tão miseráveis que estas práticas são, não só necessárias, como a própria tutela já conta com elas, o que as legitima… O professor ganha mal? Mas pode dar umas explicações, o amanuense camarário ganha mal? Mas o pato bravo dá-lhe uns trocos para as coisas andarem mais depressa lá dentro, o fiscal ganha mal, mas o mesmo pato bravo completa-lhe o salário para que ele feche os olhos aqui e ali, o jardineiro da câmara ganha mal? Mas depois trata de uns jardinzitos particulares, o empregado de mesa ganha mal? Mas tem as gorjetas e dá umas facaditas no patrão quando este se distrai, o médico atende mal na caixa ou no hospital porque ganha mal? Mas tem o consultório, etc., etc., etc. Todos nós sabemos como as coisas são e ninguém parece ralar-se muito com isso… o pior é que quanto mais se sobe na hierarquia pior é a corrupção e maiores são as verbas a despender… um presidente de câmara, um deputado, um secretário de estado ou um ministro ganham mal? Mas eles não parecem queixar-se, nem viver mal…
Portugal é assim, todos o sabemos. Um país de corruptos e corruptores com salários miseráveis, mas que ‘se vai safando,’ com o velho chavão: isso arranja-se eu falo lá com um gajo… Só que enquanto isto durar e não derem a todos a possibilidade de terem uma vida digna, fruto do seu trabalho,
Portugal será um país a fingir, doente e sem qualquer esperança de futuro, encurralado na própria estrutura que criou.